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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Booking Through Thursday - Categoria/Género

Of the books you own, what’s the biggest category/genre?
Is this also the category that you actually read the most?

Está aqui uma pergunta difícil, pois se contar com as minhas revistas de BD, na verdade não sei quem ganha, já que tenho mais de 400.
Mas em termos de literatura é claramente a Fantasia (Romance Paranormal, Fantasia Urbana e outros sub-géneros), seguida de perto pela Ficção (geral) e pela Ficção Científica. Isto ocorre tanto nas prateleiras como em termos de livros que leio. O que acho que se torna bastante óbvio aqui no blog.
O que me levou a ficar muito surpreendida foi ver que, aqui no blog, o género mais requisitado é o Romance Paranormal. Eh lá! E dizia eu que não gostava muito de romances? Ando a enganar quem? Este ano então é que pareço ter lido muitos. Embora também tenha tentado ler outros géneros (e pessoalmente começo a ficar um pouco saturada dos Romances Paranormais, apesar de seguir algumas sagas com gosto).

Mas fora isso não estaria a mentir se dissesse que o que leio mais é Manga (BD Japonesa). E quanto a isso não há argumentos possíveis. Em contrapartida, não é esse o género de livros que mais possuo em casa, por razões claras inerentes à nossa cultura e mercado editorial. ou não fosse a publicação de Manga uma coisa quase inexistente no nosso país. Por isso só mesmo mandando vir do estrangeiro e em Inglês. Claro que comprei alguns e vou fazendo colecções aos poucos, mas ainda tenho muito poucos (para os que gostava de ter).

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Booking Through Thursdays - Férias

I’m on vacation this week. I didn’t go anywhere exciting or exotic, I’m just not at work. Spending time puttering around the house, playing with the dog and … oh yeah. Reading. A lot. Do your reading habits change when you’re on vacation? Do you read more? Do you indulge in lighter, fluffier books than you usually read? Do you save up special books so you’ll be able to spend real vacation time with them? Or do you just read the same old stuff, vacation or not?

É curioso que eu vou de férias para a semana, e este tema apareça esta semana. Mas a minha resposta é bastante simples e até contra-natura segundo a maioria, mas eu acho que leio MENOS quando estou de férias.
Parece estranho, não parece? Com mais tempo livre eu devia conseguir ter mais tempo para ler, mas a verdade é que quando estou de férias aproveito o tempo para fazer coisas que normalmente não consigo fazer quando estou a trabalhar. Passear, pintar, desenhar, fotografar, etc.
Acabo por só ler durante as viagens e/ou à noite que é quando encontro o tempo para parar e ler. Às vezes até me sinto mal por isto, mas é a maneira como eu organizo o meu tempo e a minha disponibilidade. Na verdade ler não é uma das minhas prioridades durante as férias, porque é uma altura em que quero fazer coisas que não tenho possibilidade de fazer noutras alturas do ano.
No entanto nunca fico sem ler. Posso ler menos, mas leio sempre um pouco e gosto de pelo menos uma vez por dia.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Booking Through Thursday - Bizarro

What’s the oddest book you’ve ever read? Did you like it? Hate it? Did it make you think?

Uma questão curiosa e até difícil. Quando penso na resposta nenhum título se sobressaí, mas julgo que tanto "Agnes and the Hitman" como "Crónicas do Novo Mundo" se enquadram no tema, por razões distintas. O primeiro porque tem uma premissa e personagens absolutamente disparatadas; o segundo porque é um livro de ficção científica bastante estranho, misturando contos díspares mas muito inesperados.


O conto mais estranho que já li será possivelmente o "Untitled 12", da Caitlin R. Kiernan e faz parte da antologia "The Mammoth Book of Vampire Romance". Ainda hoje me recordo de como o conto me deixou completamente à nora, de tão bizarro que é.

Gostei dos três aqui nomeados, embora de uns mais do que outros (como podem comprovar nas opiniões). No fundo acho que um pouco de 'bizarro' não é mau, especialmente se for bem aproveitado.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Booking Through Thursday - Em Voz Alta


1. What do you think of reading aloud/being read to? Does it bring back memories of your childhood? Your children’s childhood?
2. Does this affect the way you feel about audio books?
3. Do you now have times when you read aloud or are read to?

Não tenho grandes recordações de infância, por isso não sei ao certo se gostava que me lessem em voz alta, mas acredito que sim. Quem não gostava quando era criança?
Agora eu a ler para os outros, a história já se complica. Já várias pessoas me disseram que eu tenho uma boa entoação e que gostam de me ouvir contar histórias, mas a verdade é que cada vez pareço gostar menos de o fazer. Não ajuda o facto de eu não gostar de estar no centro das atenções, quer de conhecidos, mas muito menos de desconhecidos.
No entanto recordo-me ainda com carinho de quando a afilhada da minha mãe ia a nossa casa passar fins-de-semana e me pedia sempre para lhe contar histórias antes de adormecer. Somos ambas mais ou menos da mesma idade por isso gostávamos +/- das mesmas coisas. Nessa altura achava graça a ser eu a contar-lhe histórias e sei que anos mais tarde, quando ela voltou a dormir lá uma altura (já nós estávamos a entrar na idade adulta), me pediu a mesma coisa e eu já me senti mais ... tímida (chamemos-lhe assim), mas ela lá me convenceu a contar-lhe uma história, pelos velhos tempos.
Recentemente a única altura que me lembro de ter lido algo em voz alta, foi para a minha mãe, que na altura estava doente e me pediu que lhe lesse um dos meus livros (uma parte). Eu não queria nada, mas lá fui eu.
A verdade é que não me sinto à vontade por duas razões: Como não ouvimos a nossa voz da mesma forma que os outros nos ouvem , quando penso que estou a falar bem, se calhar os outros estão-me a ouvir numa voz esganiçada. não basta já a minha voz ser poderosa (e é!, de tal forma que quando me oiço nos gravações, assusto-me), ainda por cima não sei se estou a fazer as coisas bem. Isso dá-me um medo de falar para o público, que não consigo ultrapassar, embora com a idade esse medo tenha vindo a diminuir em parte.

Continuo a gostar que leiam para mim e normalmente gosto muito que os autores leiam uma parte das suas obras nas apresentações dos livros, por exemplo (ai se um dia for eu no lugar deles, nem quero imaginar), e nos livros de prosa não sou muito esquisita quanto à entoação, desde que não seja monótona. No entanto, no caso dos livros de poesia, vou ser sincera e dizer que poucos foram os autores que ouvi que souberam ler com sentimento os seus próprios poemas. Poderia ser do nervosismo, ou talvez não. A verdade é que para se entoar poesia é preciso, não só sentir as palavras, como expressá-las. E isso não é para qualquer um. Felizmente quando o fazem bem, fazem-no MESMO bem.

No caso dos audiobooks, já experimentei alguns e só um número relativamente reduzido me cativou realmente. É um risco porque, já que a maioria dos audioboks só tem um narrador, ou este/a é mesmo bom/a e sabe entrar na pele de todas as personagens que falam, ou então o audio-livro pode ser um desastre. Também é preciso que a voz seja minimamente reconhecível com a personagem que faz de narrador no livro original. Não vamos colocar uma mulher a narrar um homem ou um senhor de idade a narrar um adolescente. (a menos que sejam pessoas que realmente conseguem gesticular a voz, como há alguns talentosos).

Já em relação à terceira pergunta, normalmente não o faço com livros que estou a ler, mas de acordo com um dos conselhos do David Soares, de vez em quando, enquanto faço a revisão das minhas histórias, leio-as em voz alta para perceber a 'sinfonia' das palavras. Não o faço sempre, mas é um exercício que acho muito construtivo.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Booking Through Thursday - Em Público


Do you carry books with you when you’re out and about in the world?
And, do you ever try to hide the covers?
Levo sempre um livro na bolsa, vá para onde vá. A excepção acontece apenas nas poucas vezes que são com o intuito único de tirar fotos, ou quando tenho a certeza de que não vou ter oportunidade para ler (ex: vou a um concerto). No caso das fotografias, como sou daquelas que está sempre a pressionar o botão da captura, não teria tempo para ler, mesmo que quisesse. No entanto, em todas as outras ocasiões o livro segue comigo, por isso ressinto-me bastante quando o livro é enorme e pesa como um tijolo. Não deixo de o levar por isso, mas custa.

Quanto à segunda pergunta, estranhamente (ou não) de quando em vez lá acontece de eu tentar esconder uma capa. Não é que eu tenha vergonha de mostrar o que estou a ler. Tenho é vergonha da capa que os editores escolhem. Por vezes as capas são tão ridículas e tão ... explícitas, que se torna difícil ter a 'coragem' de o levantar e mostrar ao mundo. Ainda por cima como vivemos num pais onde pouca gente lê, sempre que estou a ler um livro há quem olhe para tentar 'cuscar'. Isto irrita-me imenso! Especialmente quando as pessoas são descaradas ao ponto de quase se colarem a nós. Não me importo que olhem e até que me perguntem sobre o livro, mas muitas pessoas parece que nos julgam. Ainda outro dia estava no dentista e queria sacar do livro para ler, mas nem o fiz porque a única outra pessoa que lá se encontrava, estava descaradamente a olhar para mim, de alto a baixo, como se fosse melhor que eu. Que nervos! Com tanto sítio para onde olhar. GRRRR!
Mas por norma não escondo as capas dos livros que leio e até os ostento com orgulho.

Nota: Curiosamente, hoje, o blog  Book Chick City falou sobre capas "embaraçosas" nos romances. Podem ler aqui.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Booking Through Thursday - Replay


Have you ever finished a book and loved it so much you went right back and started re-reading it again?
(And obviously, if so, we want titles!)

Nunca o fiz nem nunca tive vontade. Bem, pelo menos que me lembre, na idade adulta. Claro que quando era mais nova li e reli os mesmos livros vezes seguidas, mas em termos literários mesmo, não me recordo de nenhum caso.
Normalmente prefiro deixar passar algum tempo antes de sequer voltar a repetir uma leitura, mas como nunca encontro tempo para reler livros, acabo por nunca chegar a fazê-lo, por mais que a vontade seja muita. Ponho-me de olhos na pilha enorme de livros que ainda tenho por ler e logo se me varre da ideia o conceito de releitura.
Um dia, talvez ... todos aqueles livros que quero revistar venham a ter a sua segunda oportunidade.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Booking Through Thursday - Em Fila

What are you reading now?

Would you recommend it?

And what’s next?

Por estes dias tenho estado a ler (quando tenho tempo, o que infelizmente tem acontecido raras vezes) o livro "O Dardo de Kushiel" de Jacqueline Carey.
Gostava de dizer que estou a adorar (pois queria mesmo adorá-lo), mas a verdade é que não estou. Os temas do livro e a própria personagem principal, Phédre, dão-me arrepios (dos muito desconfortáveis).Mas em contrapartida a escrita da autora é muito sonante.

Se recomendaria? Pelo que li até agora talvez não. Mas espero mudar de ideias até ao final do livro.

Os livros que vou ler a seguir, nem sei se devo mencionar, porque entretanto se calhar vou mudar de ideias (como é costume), mas os mais 'prementes' são "Graceling - O Dom de Katsa" de Kristin Cashore, "O Trono de Tiernan (Anders 3)" de Wolfgang Hohlbein e Heike Hohlbein, e ainda a revista NanoZine nº3.
Queria também ver se conseguia ler mais sequelas até ao final do ano, mas tenho andado com um ritmo muito lento de leituras por isso não me atrevo a especular os meus gostos daqui para a frente.


Nota: Nos comentários, caso decidam falar da saga de Kushiel, por favor tenham cuidado de não mencionar *spoilers* pois nem eu nem quem ainda não leu, iremos gostar de saber coisas que acontecem só no fim do livro. Obrigada.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Booking Through Thursdays - Tempo Tempestuoso

While my town dries out of record-setting, epic flooding from Hurricane Irene, let me ask you:
What’s your book with weather events? Hurricanes? Tornadoes? Blizzards? Real? Fiction? Doesn’t matter … weather comes up a lot in books, so there’s got to be a favorite somewhere, huh?

Estranhamente não me recordo de nenhum. Bem, à excepção de mangas, porque nesses o expoente máximo é o "Dragon Head" de Minetaro Mochizuke, onde temos terramotos, vulcões, e demais catástrofes de extensão apocalíptica.
Depois lembro-me das chuvas torrenciais que aconteceram no livro "A Filha da Floresta" da Juliet Marillier, exactamente quando os protagonistas precisavam de sair de uma alhada (esta bizarra coincidência foi explicada). Também o tornado criado por uma certa feiticeira em "Os Guardiães da Noite" de Sergey Lukyanenko me vem à memória, mas de resto nada mais.

Fora isso, não me recordo de nenhum, mas talvez me esteja a esquecer de algo importante ...

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Booking Through Thursday - História

Sometimes I feel like the only person I know who finds reading history fascinating. It’s so full of amazing-yet-true stories of people driven to the edge and how they reacted to it. I keep telling friends that a good history book (as opposed to some of those textbooks in school that are all lists and dates) does everything a good novel does–it grips you with real characters doing amazing things. Am I REALLY the only person who feels this way? When is the last time you read a history book? Historical biography? You know, something that took place in the past but was REAL.

Apesar de gostar muito de história, a verdade é que não me lembro de ter lido algum livro histórico (daqueles mesmo fiéis, sem ficção pelo meio), por várias razões: 1) Não sou grande fã de biografias; 2) Prefiro um conhecimento histórico geral, mais do que focado numa só personagem importante da história; 3) Gostava de ver mais livros que se debruçassem sobre as vidas das pessoas comuns em determinados momentos da história da humanidade, mais do que propriamente na política e guerras.
Vou só dar um exemplo: Apesar de eu gostar muito da antiga civilização egípcia, não me vejo a ler uma biografia da Cleópatra, ou do Ramsés II (embora tenha livros sobre ambos, são para consulta e não sei se alguma vez os lerei de uma ponta à outra). São opções.
Por outro lado também nunca fui muito interessada em ler romances históricos, embora esteja tentada a dar-lhes oportunidade.
Também é verdade que o que mais me fascina na história, são as mitologias, daí não fazer grande sentido me debruçar sobre pessoas. Apesar de o meu conhecimento mitológico ainda ser pouco abrangente, é uma das lacunas que pretendo colmatar num futuro próximo, até porque tenho vários livros sobre o assunto.

No entanto também sei que devo estar a perder de ler bons livros e de futuro, caso surja a oportunidade, gostava de conhecer mais a fundo certas personalidades históricas. Claro que, aparentemente, os portugueses tem um gosto especial pelos romances históricos e/ou biografias históricas, eu também fico curiosa. Só não vi ainda o livro que me chamasse mesmo a atenção.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Booking Through Thursday - Fluff


You’ve just had a long, hard, exhausting day, and all you want to do is curl up with something light, fun, easy, fluffy, distracting, and entertaining.

What book do you pick up?

Tal como disse a Diana, a verdade é que se estou muito cansada, raramente tenho a capacidade de me sentar e ler um livro. Prefiro ver um filme ou um anime, ou algo que não exija muito movimento cerebral da minha parte (nessas alturas também escolho propositadamente um filme/anime fácil de ver). No entanto posso referir duas autoras/sagas que sigo porque me permitem relaxar e não pensar de forma demasiado extenuante no que estou a ler (o que não quer dizer que os livros não tenham profundidade, já que não gosto de leituras insípidas):
- J.R. Ward, com a saga "Irmandade da Adaga Negra";
- Meg Cabot, com a saga "Mediator";

Fora isso, há alguns livros que li em determinada altura da minha vida, porque queria algo ... especial, sem ser aqueles livros pesados e massudos, que podem ser muito bons, mas para os quais é necessária uma determinada predesposição.
A maioria dos livros  que leio estão num patamar intermédio e e por isso mesmo os leio. Não por serem mais fáceis (que muitas vezes não o são), mas porque são os que mais me interessam e porque conseguem ser profundos e belos, sem a necessidade de abusos literários e subterfúgios gramaticais, ou oposto (quando o autor nem sabe fazer uma descrição cativante).
E acabei por me desviar do assunto ... :)

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Booking Through Thursday - Semana Nacional do Livro


It’s National Book Week. The rules: Grab the closest book to you. Go to page 56. Copy the 5th sentence as your status

«Todavia, nesse mesmo instante, percebeu que o seu triunfo se vira reduzido a uma mera gargalhada.»
in Entre Assassinatos, de Aravind Adiga (edição portuguesa, 2010, da Editorial Presença.

Este é o livro que estou a ler de momento, e por acaso é também o que tenho mais perto neste momento. Já agora, posso dizer que estou a adorar a leitura.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Booking Through Thursday - Antecipação


What’s the last book you were really EXCITED to read?
And, were you excited about it in advance? Or did the excitement bloom while you were reading it?
Are there any books you’re excited about right NOW?
Acho que é impossível não sofrer por antecipação com certos livros. Quer porque são livros dos quais nos falaram muito bem, porque é uma sequela muito aguardada, um livro cuja sinopse lemos há meses e que parece nunca mais sair para as bancas, ou mesmo mais novo livro de um autor que gostamos muito. Sejam quais forem as razões, e apesar de não gostar de partir para uma nova leitura com muitas expectativas, a verdade é que antecipar uma determinada leitura é quase metade da diversão de ler um livro. Afinal se não estivermos curiosos e expectantes para a ler um livro, dificilmente pegaremos nele antes de todos os outros que temos ainda para ler (refiro-me aos casos de quem, como eu, tem uma infinidade de livros por ler, pois os que têm poucos não sofrem muito com isto).

Assim de repente, os livros que me lembro que me fizeram mesmo sofrer por antecipação foram:
- Mockingjay, de Suzanne Collins,
- A Filha da Floresta,de Juliet Marillier
No entanto -tenho mesmo de sublinhar isto-, eu sofro por antecipação um pouco com todos os livros que leio, exactamente pelas razões acima mencionadas. Afinal, se não o fizesse, não escolheria os livros que leio em detrimento dos que tenho para ler.

Os livro que mais quero ler neste momento são:
- O Dardo de Kushiel, de Jacqueline Carey
- Anders 3, Wolfgang Hohlbein e Heike Hohlbein
E as muitas sequelas que tenho para ler, já que acho que ando a ler muitos autores novos, e a continuar poucos autores que já conheço e gostei.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Booking Through Thursday - Coruja


What’s the latest you’ve ever stayed up reading a book? Is staying up late reading a usual thing for you?

Acho que quase todas as pessoas, que gostam realmente de livros, já se viram presas a um na hora de dormir, e quando olharam para o relógio, quase berraram por ser tão tarde. Ou eu sou ave rara? :)
Não tenho nenhum problema em ficar a ler até tarde, a menos que no dia seguinte tenha de me levantar bem cedo. No entanto cada vez tenho menos 'cabeça' para ficar a ler até depois da 1h da manhã e pouco depois de entrar na cama, já estou quase a dormir, mesmo que o livro esteja a ser muito bom.
Claro que há excepções, e já dei por mim a gritar, literalmente, quando uma altura olhei para o relógio e vi que dali a três horas tinha de estar a pé.
Se a memória não me falha, os últimos livros que me fizeram ficar acordada até tarde foram: "A Filha da Floresta", de Juliet Marillier e "As Cidades Invisíveis", de Italo Calvino. E por até tarde, refiro-me a 3h, 4h da amanhã, pois não é difícil qualquer outro livro me fazer ficar a pé até à 1h.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Booking Through Thursday - Releituras (Repeats)

What’s the first book that you ever read more than once? (I’m assuming there’s at least one.)
What book have you read the most times? And–how many?

Se estivermos a referir-nos desde a infância, então todas as colecções que tenho as li incontáveis vezes. Tanto que a maioria dos meus livros de infância estão tão gastos que as capas se desfazem.
Estes incluem: "A Rua Sésamo", "Enciclopédia Infantil Ilustrada". BDs dos Filmes Disney, "Dom Fonsarilho e Santa Pança" (mais alguém tem esta colecção?).
Já numa idade mais adolescente, estava quase exclusivamente voltada para a BD, por isso o que li e reli vezes sem conta, foram as BDs dos "X-Men", "Homem-Aranha", "Wolverine", etc. (nunca fui fã da DC)
Agora livros mais ... 'livros', só me lembro de ter relido dois: "Ruby" de V.C. Andrews e "O Principezinho" de Antoine Saint-Exupérie. Isto deve-se a uma facto muito simples, pois comecei a ler 'a sério' já quase a entrar na vida adulta e tinha (e ainda tenho) tantos livros para ler, que nunca encontrei tempo para reler os que mais gostei.
No futuro, contudo, espero remediar isso, pois há muitos livros que quero revisitar uma e outra vez.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Booking Through Thursday - Biografias

There are so many crappy biographies … would you rather read a poorly-written biography of a fascinating life, OR an exquisitely well-written, wonderful read of one of a not-so-interesting life?

Não costumo ler biografias, pois não são o tipo de livros que me interessa, apesar de saber que existem histórias verídicas que vale a pena contar, simplesmente não me atraem. Aliás, julgo que até hoje só li duas biografias: "Sorte", de Alice Sebold; e "Voodoo Girl", de Eva Dias Costa. o "On Writing" do Stephen King tinha certos laivos de biografia, mas não o era.

Mas respondendo concretamente à pergunta colocada esta semana, prefiro uma biografia mais amena mas bem escrita (não nos termos de ser chata, mas nos termos de cativar e ensinar), do que uma mal escrita mas fascinante. No entanto uma mistura de fascinante com boa escrita, seria certamente a melhor opção e penso que é isso que se quer numa biografia.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Booking Through Thursday - Dias de Cão

Since my dog is turning 10 today … what animal-related books have you read? Which do you love? Do you have a favorite literary dog? (Snoopy, anyone?)

Em primeiro, tenho de dizer que adoro animais. Não só os de estimação, mas também nos últimos anos ganhei uma afeição especial por todas as criaturas (incluindo as aranhas, que eu não suportava sequer ver. quando era mais nova). No entanto, por ter um contacto mais próximo com os cães, acabo por ter mais afecto a estes animais, assim não é de estranhar que eles sejam protagonistas em alguns dos livros que li com protagonistas não humanos.

O primeiro, que me lembro, foi "Marley & Eu" (John Grogan), um livro que a minha mãe me ofereceu e que gostei muito de ler, por me recordar a cadela que tínhamos naquela altura. No ano passado li também "O Cão Vermelho" (Louis de Bernières), um livro que adorei. Também me recordo dos gansos em "Goose Chase" (Ptaricia Kindl) e dos cisnes em "A Filha da Floresta" (Juliet Marillier), animais muito especiais e que à sua maneira foram também protagonistas. Não posso também deixar de mencionar a raposa em "A Raposa Azul" (Sjón); o golfinho em "Golfinho de Júpiter" (Mary Rosenblum", pois apesar de este ser mecânico, não deixava de ser selvagem. E por último, o muito especial ratinho Firmin, no livro homónimo (Sam Savage).

Outros animais que me recordo na literatura, que não sendo protagonistas tiveram muita atenção, são: o macaco-anão de "Não me contes o fim" (Rita Ferro); o simbolismo das abelhas em "A Vida Secreta das Abelhas" (Sue Monk Kidd); o cavalo em "Beauty" (Robin McKinley); os lobos em "A Guerra dos Tronos" (George R.R. Martin)

Também tenho de dizer que gosto muito de, na fantasia, ver menção de animais fora do comum, sejam inventados, provenientes da mitologia, ou simplesmente animais fora do normal. E também não é de estranhar que de vez em quando goste de ler histórias com shape-shifters (metamorfos) e isto traz-me à memória os fofinhos tigres bebés que apareceram no "Slave to Sensation" (Nalini Singh); também os coiotes e lobos de "O Apelo da Lua" (Patricia Briggs) e os lobos de "Shiver" (Maggie Stiefvater).

Há muitos mais, que me esqueci (com certeza) de mencionar, e no fundo sempre percebi que gosto quando os animais aparecem nos livros, não só porque estes fazem parte integrante da vida real (quer queiramos, quer não) e a interacção com os animais pode sempre mostrar muito sobre as personagens principais, se essa relação (ou falta dela) for usada com mestria.



P.S.: Podem ou não ter reparado (sou distraída, portanto conto que os outros por vezes também o sejam) que mudei o aspecto do blog. Ainda não estou totalmente satisfeita, mas de momento fica assim. Sugestões?

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Booking Through Thursday - O Tamanho Importa


What’s the largest your personal library has ever been? What’s the greatest number of books you’ve ever owned at one time? (Estimates are fine.)
Is your collection NOW the biggest it’s ever been? Or have you down-sized?
What’s the fewest number of books you’ve ever owned (not counting your pre-reading years)?
A minha biblioteca nunca esteve tão grande como agora, com mais de 500 livros e a crescer de dia para dia, como se tivesse vida própria. E isto sem ter em conta os livros que estão na sala (meus, da minha mãe e do meu irmão).

Já não tenho mais espaço para livros (literalmente), por isso ou vou ter de arranjar um novo modo de armazenamento ou vou ter de comprar outra estante (e metê-la onde?).

E isto tudo sem contar com as mais de 300 revistas de BD que tenho debaixo da cama.

Acho que, desde a infância, nunca tive menos de 30/40 livros, porque a minha mãe fazia questão de me comprar livros sempre que podia (eu também era bem chatinha).

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Booking Through Thursday - Banda Sonora

What, if any, kind of music do you listen to when you’re reading? (Given a choice, of course!)

Há uns anos atrás adorava ouvir música enquanto lia, mas aos poucos fui perdendo esse hábito, e hoje em dia acho extremamente desconcertante e distractivo, estar a ouvir música enquanto leio, especialmente quando estou num café e a TV está sintonizada no VH1, ou pior MTV (que agora já nem dá música sequer :P)
Por vezes consigo abstrair-me, mas outros momentos há, em que se torna difícil focar-me nas palavras escritas e não na música alta, por isso prefiro silêncio, ou quanto muito sinfonias, que sempre são mais acolhedoras.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Booking Through Thursday - Interactivo

With the advent (and growing popularity) of eBooks, I’m seeing more and more articles about how much “better” they can be, because they have the option to be interactive … videos, music, glossaries … all sorts of little extra goodies to help “enhance” your reading experience, rather like listening to the Director’s commentary on a DVD of your favorite movie.
How do you feel about that possibility? Does it excite you in a cutting-edge kind of way? Or does it chill you to the bone because that’s not what reading is ABOUT?

Quem lê este blog há algum tempo, sabe que eu não tenho nada contra os ebooks (antes pelo contrário). O que penso é que uma boa história será sempre uma boa história, independente do suporte em que seja apresentado. É claro que como boa bibliófila, prefiro ter os livros em formato papel, mas depois de olhar para o meu quarto e ver que não tenho espaço para mais nada porque as duas estantes de livros me ocupam uma parede inteira, começo a pensar se os ebooks não serão uma boa escolha (a menos que me saia o euro-milhões e eu possa construir a minha biblioteca privada de sonho).
Mas voltando ao tema principal, confesso que estou sempre atenta às novas coisas que vão 'inventando' para criar mais interactividade nos ebooks e acho a maioria delas uma mais valia, desde que não se intrometam na leiura. Por exemplo, ouvi falar que alguns autores gostariam de introduzir comentários sobre cada capítulo, mas que o leitor podia escolher ler no fim do capítulo, ou somente no fim do livro. o que dá hipóteses ao leitor de somente se focar na leitura, e depois ver os comentários (que a meu ver é muito melhor).

Também é sabido que adoro um bom booktrailer.Não tem de ser cheio de efeitos 'catitas' e ter um orçamento quase cinematográfico, basta que passe a mensagem, seja curto, e melhor que tudo que tenha texto. Não gosto de booktrailers que sejam lidos e não tenham texto a acompanhar (podem ter ambos, mas o texto tem de estar lá, sempre!). Estamos a fazer publicidade a um livro ou a um filme, afinal? Além de que, muitas vezes, um simples trailer com algumas imagens e uma boa sinopse, fazem maravilhas
Também gosto da ideia de podermos utilizar um glossário, especialmente quando estamos a ler numa língua que não a nossa, muitas vezes isso é uma grande ajuda.

Uma outra ideia que me parece muito promissora é a dos mapas. Tanto de mundos imaginários como dos reais, como auxiliares de leitura. Tal como já se vê por vezes nos livros físicos, mas quem sabe, nos ebooks possam mostrá-los em 3D, e/ou com pequenas notas adicionadas a cada local, ou indicação de que capítulos se passam em que locais. Promissor, não?

No fundo, tal como o Joe Konrath diz, eu acho que em termos de interactividade, o ebook ainda tem muito para dar e certamente que não chegamos ainda perceber as suas verdadeiras potencialidades, mas também tem de haver um equilíbrio. Extras são bons, mas a partir do momento em que se intrometam no meio da narrativa, passam a ser um empecilho e não uma mais-valia, por isso há que haver muito equilíbrio.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Booking Through Thursday - Comprado ou Emprestado?

All things being equal (money, space, etc), would you rather own copies of the books you read? Or borrow them?

Não é segredo nenhum que eu compro mais livros do que leio, por isso a minha resposta é óbvia. Prefiro mil vezes comprar, e saber que se quiser voltar a ler o livro o tenho sempre à mão, do que pedir emprestado (quer seja a um conhecido ou à biblioteca) e depois não ficar com ele para o caso de o querer emprestar a alguém ou reler, ou simplesmente abri-lo numa parte que me interessou.

Estranhamente, penso o mesmo em relação a livros que nem gostei de ler. Até eu penso que é ridícula esta minha decisão, mas não sou capaz de me ver livre de nenhum livro, mesmo os que detestei. Por isso é que não faço parte de comunidades como BookCrossing ou WinkinBooks, simplesmente não consigo. Porque assim que compro um livro, ou assim que me oferecem um, sinto como se ele passasse a ser parte da minha história e, por menos que tenha gostado dele, ao dá-lo estaria a livrar-me de uma parte dessa história, por isso deixo-os ficar (embora não me importe de emprestar).
Já tentei muitas vezes mudar de atitude - porque afinal, de que vale ter livros que não se gosta na estante? -, mas até hoje continuo na mesma.

No entanto, de vez em quando leio um livro emprestado (raramente peço, mas se me oferecerem para ler eu não recuso), e empresto sempre a quem me peça, ou a quem fique curioso depois de eu falar num determinado livro.

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