Em Novembro divulguei aqui no blog a sondagem pública que o projecto Adamastor promoveu para votar nos Melhores Romances Escritos em Língua Portuguesa. recentemente foram divulgados os resultados, por vezes surpreendentes. Podem ver tudo AQUI.
Por curiosidade fiquem com o top 5:
- "Os Maias", de Eça de Queirós;
- "Memorial do Convento", de José Saramago;
- Ensaio Sobre a Cegueira", de José Saramago;
- "A Sibila", de Agustina Bessa-Luís;
- "Capitães de Areia", de Jorge Amado.
Aproveitem para explorar o magnífico trabalho que o Projecto Adamastor tem vindo a fazer.
Mostrar mensagens com a etiqueta Agustina Bessa-Luís. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Agustina Bessa-Luís. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
terça-feira, 19 de agosto de 2014
Linhas Cruzadas (antologia)
"Linhas Cruzadas", de Gina Sacramento, Agustina Bessa-Luís, Júlia Pinheiro, Laurinda Alves, Luís Filipe Silva, Manuel João Ramos, Maria Manuel Ramos Pinto, Miguel Esteves Cardoso , Miguel Vale de Almeida, Rui Henriques Coimbra, Rui Zink, Sérgio Coimbra, Alice Vieira, Vicente Maria / Maria Vicente, Carlos Quevedo, Daniel Tércio, Francisco d'Orey, Helena de Sacadura Cabral, João Barreiros, Joao Miguel Fernandes Jorge (Portugal Telecom)
Sinopse:
Antologia que reune contos de vários autores portugueses.
Opinião:
Como já devem saber, eu adoro antologias de contos! Permitem-me conhecer novos autores e podem conter pequenas histórias fascinantes. E há, nas antologias, um sentimento de aventura, já que sabemos, há partida, que iremos encontrar contos que adoraremos e outros que odiaremos. Raras são as antologias que são totalmente boas e, até hoje, não encontrei nenhuma que considerasse uma perda total. Há sempre uma quantidade significativa de bons textos.
E com estas ideias em mente, comecei a ler "Linhas Cruzadas" que se auto-intitula de "Uma antologia de contos PT". Pois, é aqui mesmo, neste subtitulo, que se prende a minha maior decepção com este pequeno livro: este não é uma antologia de contos! É uma antologia de textos mas nem todos, e diria mesmo que nem a maioria, são contos. Muitos são crónicas, opiniões ou ensaios.
Eu nunca gostei de crónicas, assim como não sou grande fão de não-ficção, mas, noutras circunstâncias, talvez este pequeno facto nem me tivesse incomodado, só que acontece que no momento em que decidi ler esta antologia eu queria mesmo CONTOS. E foi grande a minha decepção.
Há, como em todas as antologias, excepções. Descobri apenas uma nova autora cujo trabalho pretendo revisitar em breve: Alice Vieira. Mas também revi outros já conhecidos, como João Barreiros, Luís Filipe Silva e Rui Zink (embora este último não me tenha conseguido cativar). Mas, não querendo menosprezar as crónicas/memórias, tenho de dizer que apreciei as de Carlos Quevedo e Maria Manuel Ramos Pinto.
Os melhores, a meu ver, foram mesmo os da Alice Vieira, que me surpreendeu.
No geral esta antologia decepcionou-me e não me marcou na positiva. O facto de alguns autores parecerem forçar-se a escrever sobre os telefones e as comuncações, não ajudou a que todos os textos tivessem qualidade, mas alguns foram bem conseguidos.
Sinceramente, esperava mais mas consegui ler alguns textos muito interessantes, com conceitos promissores.
Sinopse:
Antologia que reune contos de vários autores portugueses.
Opinião:
Como já devem saber, eu adoro antologias de contos! Permitem-me conhecer novos autores e podem conter pequenas histórias fascinantes. E há, nas antologias, um sentimento de aventura, já que sabemos, há partida, que iremos encontrar contos que adoraremos e outros que odiaremos. Raras são as antologias que são totalmente boas e, até hoje, não encontrei nenhuma que considerasse uma perda total. Há sempre uma quantidade significativa de bons textos.
E com estas ideias em mente, comecei a ler "Linhas Cruzadas" que se auto-intitula de "Uma antologia de contos PT". Pois, é aqui mesmo, neste subtitulo, que se prende a minha maior decepção com este pequeno livro: este não é uma antologia de contos! É uma antologia de textos mas nem todos, e diria mesmo que nem a maioria, são contos. Muitos são crónicas, opiniões ou ensaios.
Eu nunca gostei de crónicas, assim como não sou grande fão de não-ficção, mas, noutras circunstâncias, talvez este pequeno facto nem me tivesse incomodado, só que acontece que no momento em que decidi ler esta antologia eu queria mesmo CONTOS. E foi grande a minha decepção.
Há, como em todas as antologias, excepções. Descobri apenas uma nova autora cujo trabalho pretendo revisitar em breve: Alice Vieira. Mas também revi outros já conhecidos, como João Barreiros, Luís Filipe Silva e Rui Zink (embora este último não me tenha conseguido cativar). Mas, não querendo menosprezar as crónicas/memórias, tenho de dizer que apreciei as de Carlos Quevedo e Maria Manuel Ramos Pinto.
Os melhores, a meu ver, foram mesmo os da Alice Vieira, que me surpreendeu.
No geral esta antologia decepcionou-me e não me marcou na positiva. O facto de alguns autores parecerem forçar-se a escrever sobre os telefones e as comuncações, não ajudou a que todos os textos tivessem qualidade, mas alguns foram bem conseguidos.
Sinceramente, esperava mais mas consegui ler alguns textos muito interessantes, com conceitos promissores.
Etiquetas:
Agustina Bessa-Luís,
Alice Viera,
Carlos Quevedo,
Daniel Tércio,
Francisco D'Orey,
Gina Sacramento,
João Barreiros,
Luís Filipe Silva,
Maria Manuel Ramos Pinto,
Miguel Esteves Cardoso,
Rui Zink
Subscrever:
Mensagens (Atom)

