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sábado, 23 de abril de 2016

Dia Internacional do Livro e dos Direitos do Autor

Não podia deixar passar o Dia Internacional do Livro e dos Direitos do Autor em branco, certo?

Por isso gostaria de vos convidar a divulgar, aqui e nas redes sociais, quais os vossos autores favoritos de sempre e qual o(s) livro(s) que leram este ano que mais gostaram.

E porque além de autora sou também leitora, deixo uma pequena lista de alguns dos meus autores favoritos (sem ordem de preferência): Markus Zusak, Marissa Meyer, Luís Filipe Silva, Edgar Allan Poe, J.K. Rowling, Carina Portugal, Brandon Sanderson, Vitor Frazão, Robin Mckinley, João Barreiros, Manuel Alves.
E o livro que mais gostei de ler este ano foi: "28 Days Later", uma banda desenhada de Micheal Alan Nelson e Declan Shalvey.

E não se esqueçam de respeitar sempre o trabalho do autor, seja ele escritor, fotógrafo, músico, ilustrador, compositor, escultor ou outro "-or".
Ajudem os autores e lembrem-se de, sempre que usam uma foto linda no vosso mural do facebook ou no blog, mencionar que é o autor (ou caso não saibam referir isso mesmo). Os autores do mundo inteiro agradecem!

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Os Contos de Beedle o Bardo

"Os Contos de Beedle o Bardo", de J.K. Rowling (Editorial Presença)

Sinopse:
Os Contos de Beedle o Bardo oferecem-nos cinco histórias de feitiçaria, cada uma com a sua magia muito própria, que prometem deliciar, divertir e até arrepiar os leitores.
Cada conto é acompanhado de notas da autoria do Professor Albus Dumbledore, que agradarão tanto a Muggles como a feiticeiros. O Professor reflecte sobre as questões morais levantadas nos contos, ao mesmo tempo que revela pequenos detalhes sobre a vida em Hogwarts.

Opinião:
Desde que li o "Harry Potter e os Talismãs da Morte", que tinha alguma curiosidade em ler este pequeno livro de histórias. Abaixo fica uma opinião sucinta de cada um dos contos.

O Feiticeiro e o Caldeirão Saltitante
Um conto curioso, cujo desfecho era previsível, mas ainda assim bem conseguido. Certamente esta é uma daquelas histórias que podíamos contar aos mais pequenos, desde os primeiros anos, pois mantém aquela ideia de que quem é bom é recompensado, e quem não o é, acaba castigado.

A Fonte do Justo Merecimento
O meu conto favorito do livro, não só pela simplicidade (e ainda assim complexidade) da sua resolução, como por mostrar que quando as pessoas trabalham em conjunto, conseguem o que parece impossível.

O Feiticeiro do Coração Medonho
Este é um conto mais negro, mas ainda assim cheio de significado. Gostei muito, mas tal como 'Albus Dumbledore' menciona, acho que não o leria a uma criança de três anos. 

A Coelha Babita e a Árvore Tagarela
O mais (estranhamente) divertido dos contos, que evoca um sentimento de justiça, que não tem necessariamente de ser conseguida através da violência, um do mal dos outros, pois baste uma pouco de esperteza.

O Conto dos Três Irmãos
Quem leu "Harry Potter e os Talismãs da Morte" certamente que se recorda deste conto, que é impossível não comparar com "Os Três Porquinhos". Gostei pela diferença de acções nele narradas e pelas mensagens nele contidas.

Achei muito interessante a inclusão das 'anotações de Albus Dumbledore', que deram ainda mais valor aos pequenos contos, apesar de por vezes terem alguma informação dispersa.
Também as notas de rodapé foram curiosas, apesar de achar que, no caso das criaturas mágicas, deveriam ter feito uma descrição, ao invés de remeterem para a consulta de um outro livro, "Monstros Fantásticos e Onde Encontrá-los" (que nem faço ideia se está publicado cá, ou se sequer existe).

A escrita de todo o livro está consistente com o tom das fábulas, dando-lhe um ar já conhecido de todos.

Em suma, este é um livrinho muito curioso, que faz lembrar, em certos momentos, os contos de Grimm e outras fábulas, mas com um toque único. Recomendo a quem tenha lido a série de Harry Potter, porque vale bem a pena.

Tradução (Marta Fernandes, Manuela Madureira):
Ambas fizeram um excelente trabalho de tradução, não sendo perceptível qualquer erro (por mim, pelo menos).

Capa, Design e Edição:
Pessoalmente não compreendi muito bem a insistência da caveira, tanto na capa como ao longo do livro, mas em termos gerais gosto da capa (pela cor), apesar de achar que pouco descortina sobre o conteúdo do livro.
As ilustrações (de J.K. Rowling) contidas no interior, estão muito interessantes, vendo-se que a própria escolheu não representar de forma totalmente fiel as cenas que desenhou.
A edição em si está bastante primorosa, parecendo até mais resistente do que os restantes livros da série.

terça-feira, 19 de julho de 2011

::Filme:: Harry Potter e os Talismãs da Morte - Parte 2

Ontem regressei ao cinema, depois de mais um ano sem ver um filme nas grandes salas. A razão porque regressei, não podia ser outra senão para ver a tão aguardada parte final da saga Harry Potter (livros de J.K. Rowling).
Harry Potter e os Talismãs da Morte - Parte 2 (Harry Potter and the Deathly Hallows, Part 2) foi uma surpresa agradável. Acho que esteve bastante fiél ao livro e não esperava mais, bem pelo contrário.

Os actores estiveram excelentes e chorei por várias vezes à custa das actuações (e claro, da história). As minhas cenas favoritas foram (atenção spoilers) a morte do Snape e a visão das memórias dele (excelente interpretação do actor), o sacrifício do Harry (também o actor aqui esteve fenomenal).
Embora tenha achado que outras cenas foram menos dramáticas do que poderiam ter sido (refiro-me a mortes importantes que ocorreram durante a luta), não me lembro de nenhuma cena que não tenha gostado, acho que o filme como um todo está bastante bom, embora se tenha ressentido um pouco por a história estar dividida em duas. A verdade é que a acção não me incomodou, pois quem leu os livros sabia de ante-mão que este filme seria mais voltado para a acção do que qualquer outro, ou não fosse este o confronto final.

Também gostei das pitadas de humor que foram acrescidas à acção e ao drama. Foram uma lufada de ar fresco no meio de tanta miséria (e sinceramente não me recordo se tais cenas vieram do livro ou não; já o li há algum tempo).

Tal como aconteceu quando li o livro, não posso dizer que tenha ficado satisfeita com o final 'extra', pois parece-me quase uma forma de anunciar uma continuação, que a meu ver nada mais fará do que 'espremer o leite à vaca, até esta ficar magra', e não quero ver isso acontecer a esta saga.

Chegada ao fim deste ciclo de adaptações, tenho a dizer que acho que fizeram um bom trabalho ao longo da série, sendo que alguns filmes são melhores que outros, mas todos são acima do razoável.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Harry Potter e os Talismãs da Morte

"Harry Potter and the Deahtly Hallows" de J.K. Rowling
editado em Portugal como "Harry Potter e os Talismãs da Morte (Livro 7)", pela Editorial Presença


Sinopse:
É neste sétimo volume que Harry Potter irá travar a mais negra e perigosa batalha da sua vida. Dumbledore reservou-lhe uma missão quase impossível - encontrar e destruir os Horcruxes de Voldemort... Nunca, em toda a sua longa série de aventuras, o jovem feiticeiro mais famoso do mundo se sentiu tão só e perante um futuro tão sombrio. Chegou o momento do confronto final - Harry Potter e Lord Voldemort... nenhum pode viver enquanto o outro sobreviver... um dos dois está prestes a acabar para sempre... Os seus destinos estão misteriosamente entrelaçados, mas apenas um sobreviverá...

Opinião:
ATENÇÃO! Esta opinião contêm SPOILERS e é um desabafo do principio ao fim.
Eu esperei e quase rezei que o Harry Potter morresse. Então, andava a J.K. Rowling a dizer-nos que este seria o último livro da saga. Que queriam que eu estivesse à espera?
Para mim a única maneira de ela não se submeter aos desejos dos fãs e continuar as aventuras de HP, seria a morte dele.
Mas que dizer quando ela me surpreende, desta vez na negativa, ao mantê-lo vivo e, pior, dar-lhe três fedelhos.
Agora em vez de "Harry Potter e ..." teremos "Albus Severus e..." (o que me pareceu, dos três pirralhos, o mais merecedor de atenção).
Peço-te J.K. Rowling, por favor não faças isso. (mas se ela o fizer, provavelmente vou ler porque adoro as histórias dela). Mesmo assim não deixo de ficar um pouco "desapontada". Estava mesmo a contar com a morte do Harry (sim, eu sou má)

Independentemente de tudo isto, tenho a dizer que adorei o livro, como aliás, tinha adorado todos os anteriores. Rowling tem uma forma de escrita cativante e consegue surpreender-nos sempre nos momentos mais imprevisíveis. Isto é o que adoro nos livros.
Embora, digo já que, de vez em quando, ela escreve umas cenas um pouco infantis, mas como são só três ou quatro ao longo de um livro de 600+ páginas, eu tendo a ignorar estes momentos e prontos.
Claro que sei que no fundo HP começou por ser um livro para os mais pequenos (embora nunca o achasse) e por isso é compreensível que tenha umas coisas mais infantis (muito poucas, aviso).
Posso no entanto dizer que nunca na minha vida achei poder desfrutar tanto de uma saga com sete livros. Harry Potter é uma surpresa agradável e foi uma espera saborosa entre cada novo livro. Adorei cada momento passado a lê-los e voltarei a ler toda a saga num futuro bastante próximo, pois não me parece que sejam menos surpreendentes, mesmo depois de já saber quase todos os seus segredos.

Aconselho a todos lerem, pelo menos, um livro. Não deverão ficar desapontados, e, sobre circunstância alguma, deverão pôr essa hipótese de parte só porque acharam o filme uma treta.
Como aliás é costume, o livro é muito melhor do que a adaptação ao cinema, embora confesse que até gosto dos filmes (nem de longe, nem de perto tanto como os livros, mas ainda assim...).

Primeiramente publicado no Insignificancias Significativas (2007/08/08).

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