sábado, 11 de setembro de 2010

Witchblade - Origens 1

"Witchblade - Origens (Volume 1)" (Devir Livraria)

Sinopse: 
A vida de Sarah Pezzini é profundamente alterada quando entra em contacto com a Witchblade , um artefacto lendário que confere um fabuloso poder à sua portadora. Mas será esse poder suficiente para a salvar da própria Witchblade, ou daqueles que estão dispostos a tudo pela sua posse? Uma saga fantástica, espectaculamente desenhada pelo traço sensual de Michael Turner.

Argumento (David Whol e Christina Z.):
O enredo esteve sólido em todo o volume, embora num estilo muito característico da BD americana. Infelizmente já me cansei um pouco da acção que acontece numa inverosimilhança tal que chega a ser chata, mas nem isso me impediu de gostar deste volume. A verdade é que não estranhei e embora houvesse muito para melhorar, também não chegou a irritar.

Desenho (Michael Turner):
Nunca fui grande fã da arte do Michael Turner, embora compreenda porque ele tem tantos fãs do seu trabalho. Pessoalmente acho que ele desenha muito bem os homens, os fundos e as texturas (a parte mais fabulosa do seu trabalho), mas no que diz respeito às mulheres (trabalho pelo qual ele é mais conhecido), eu não consigo tornar-me apreciadora. As proporções estão todas fora do sítio o que me fazia revirar os olhos em quase todas as páginas. Mas é tudo uma questão de gosto.
Uma coisa que gostei (e não sei se foi ideia dele ou do argumentista), foi as páginas duplas: Contrariamente ao normal, as páginas estão na vertical e não na horizontal, o que chega a ser estranho, mas consegue ser agradável.

Arte Final (D-Tron) e Cor (Johnathan D. Smith):
Gostaria de perceber se o que mais gosto nestes desenhos é marca do próprio artista (Michael Turner) ou do Arte-Finalista (D-Tron). Porque o que mais me chama a atenção são os traços da arte, por vezes bem rebuscadas, se bem que não imprecisas, mas sempre com um toque bem único. De qualquer forma é de louvar o trabalho do arte-finalista, pois está excelente.
Já no que diz respeito Às cores, posso dizer que tenho uma relação amor-ódio. Odeie o vestido vermelho (se bem que não acredito que tenha sido escolha do colorista), mas sempre achei que as cores da história e os efeitos estavam muito harmoniosos e deram um novo fôlego à arte.

Edição e Tradução (Devir):
À excepção de uma das capas interiores estar de pernas para o ar (o que até me fez sorrir), só tenho a dizer que a edição está excelente, com capa de qualidade e papel acetinado, como a Devir sempre nos habituou.
A tradução também está impecável. Nada a assinalar contra.

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