terça-feira, 15 de outubro de 2013

A Vida aos Quadradinhos - Setembro 2013

Em Setembro terminei alguns mangas e manhwas que já seguia há bastante tempo. Também continuei a seguir alguns webcomics e ainda li algumas BDs em ebook. E vocês? Que leram?

Gaia, de Powree e Oliver Knörzer (leiam grátis AQUI)
O dia da execução aproxima-se e a rebelião toma novas proporções. Excelente desenvolvimento de personagens e da trama, além de arte excepcional.


Steves, de Keiichi Matsunaga (leiam gratuitamente
AQUI
Esta pequena BD está bastante bem desenhada e é divertida. Ficou só a sensação de que é demasiado curta e a prometida sequela não se encontra em lado nenhum. Uma pena!

Lady Ice, de  Barbara G. Tarn (podem ler gratuitamente AQUI)
Despite having liked a few panels, this comic lacked narrative focus and character development. The art wasn't superb, but that wasn't really what made it bad. The story just had nothing going for it. No build-up, no real confrontation, the action bounced around without logic and it was just hard to firgure out what it was all about.
Still, the art wasn't all that bad and it worked well as an ebook.

Antique Bakery Dj, de Fumi  Yoshinaga

Antique Bakery, o original, foi um dos mangas que mais me surpreenderam, há uns anos atrás. Mas não contente com o que podia fazer no manga original, a artista pegou nas personagens e criou o seu próprio doujinshi (bd feita e vendida por amadores), atrevendo-se a integrar cenas e temas que não podia fazer quando a série estava serializada.
Para fãs de Antique Bakery, este doujin é imperdível. Aqui conhecemos ainda melhor as personagens, os seus passaos, os seus receios, e as suas relações, no entanto este é um manga yaoi, que, para quem não sabe, é um manga que contém cenas de sexo entre homens. Enfim, este não é muito explícito, por isso não deverá ser esse o motivo para não ler.
Confesso que, apesar de ter adorado reencontrar as personagens, as histórias em si não me cativaram tanto, mas também não dei o tempo por perdido.

Ice Revolution (I-Rev), de Tsutsumi Aya e Youhei Takemura
Este é um pequeno manga, cheio de espírito, sobre um desporto que raramente vejo retratado em banda desenhada. Muito ao estilo shounen, cheio de garra e de objectivos impossíveis, ainda assim é fácil simpatizar com a protagonista.
A história é bastante simples, mas em certos momentos consegue brilhar. A arte, por sua vez, é belíssima.
Só tive pena que acabasse tão depressa.

Change 123, de Iku Sakaguchi e Shiuri Sakaguchi
Change 123 é o tipo de manga que, em princípio, eu nunca iria gostar.É super ecchi (cheio de momentos em que se vê a roupa interior das raparigas, e em que elas estão em poses dignas de revistas +18), e, no entanto, Change 123 é tão mais que isso!
Acho que foram várias as razões porque me cativou tanto: a personagem principal e as suas múltiplas personalidades e os conflitos que isso gera, o protagonista masculino que apesar de ser um totó sem força, acaba por nunca desistir e ter uma personalidade muito afável; e, claro, as cenas de acção que são brutais!
A história em si também é bastante forte, apesar de o final me ter deixado pouco satisfeita, na verdade acaba por ser o desfecho perfeito para a série.
Este é um manga que recomendo a todos os tipos de leitores de manga. Experimentem! Pode ser que sejam surpreenddidos.

Unbalance x Unbalance, de Dal Young Im e Soo Hyun Lee
Este manhwa é uma espécie de BD harem, que também não é um género que eu aprecio com regularidade. No entanto, Unbalance x Unbalance, além de mostrar uma sociedade diferente (Coreia) também tem personagens fortes e distintas (se bem que por vezes são bastante irritantes). Para quem está habituado aos mangas japoneses, e à seu sistema educacional, este manhwa será uma experiência diferente.
Com belíssima arte e uma história bastante romântica e com alguns momentos deliciosos, Unbalance x Unbalance acabou por perder alguma força nos anos em que esteve parado, mas o final que finalmente chegou, acaba por ser satisfatório. Na memória ficam alguns capítulos marcantes, especialmente quando focados no romance entre Myung Jin-Ho e Nah Hae-Young.

Kagijin, de Yasuki Tanaka
Conheci Kagijin através do seu belíssimo capítulo experimental, que além de muito bem executado, prometia uma excelente história, com personagens bem vincadas. Infelizmente, quando foi serializado, Kagijin foi tão alterado que acabou por piorar, e muito. Nenhum do brilho do capítulo 0 ficou, apesar de a premissa ser basicamente a mesma. As personagens mudaram, o foco alterou-se, e com isso perdeu-se muita qualidade.
Kagijin prometia algo excelente, mas acabou por ser perder rapidamente e não deixará saudade.

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