sábado, 11 de julho de 2020

Leituras de Janeiro 2020





Ao escrever o apanhado das leituras de Junho, apercebi-me que este artigo estava escrito desde Fevereiro e que, por lapso, nunca tinha sido publicado. Portanto, mais vale tarde que nunca. Aqui ficam as minhas leituras de Janeiro 2020.




"Campânula de Vidro - The Bell Jar", de Sylvia Plath
Esta espécie de autobiografia trouxe-me uma escrita direta e sem pretensões, mas demasiado racional e com emoção a menos. Não é a primeira biografia que leio na qual sinto um certo despreendimento, onde não me consigo ligar emocionalmente à personagem. Neste livro, talvez pela personalidade da própria Esther Greenwood não me conseguisse interessar ou sentir por ela grande empatia. Cruel, talvez, mas a narrativa não ajudou.
A história é poderosa, assim como a mensagem de emancipação, de poder feminino, mas ao mesmo tempo é fechada demais, o que condiciona a intensidade da história, sem tirar mérito à vida que se revela por detrás destas palavras. É uma boa leitura, interessante sem dúvida, mas que não me marcou.
6/10



"Life, the Universe and Everything (Hitchhiker's Guide to the Galaxy #3)", de Douglas Adams
Com um início promissor e tão divertido como os dois primeiros volumes desta saga, rapidamente a narrativa passou de estupidamente inteligente e hilariante a parvamente confusa e forçada, Não sei bem o que se passou com este livro, mas não teve grande graça, tirando uma ou outra situação com o Arthur Dent, e  foi até bastante confusa (não no sentido divertido, como anteriormente, mas simplesmente confusa). Espero que o próximo seja melhor.
5/10







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