No próximo dia 9 de Outubro, o Paulo Fonseca, autor de "Império Terra - O princípio" e "A Guerra da Pirâmide", vai estar em Oeiras (na Feira do Artesanato e do Livro de Algés) para apresentação dos seus trabalhos.
Podem ver o book trailer do primeiro livro abaixo:
Visitem também o blog oficial da trilogia.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
::Conto:: Wrath and the Letter Opener
Hoje passei pelo novo site da J.R. Ward e diverti-me a ler duas das slice-of-life que ela tem lá para os fãs da Irmandade da Adaga Negra.
"Wrath and the Letter opener", de J.R. Ward (podem ler aqui)
Este interlúdio passa-se entre o terceiro e o quarto livro da saga, mas podem lê-lo depois de lerem pelo menos o primeiro.
A premissa para este conto é tão cómica como plausível. Wrath, sendo o "machão" que é e gostando da luta, vê-se aborrecido depois de aceitar o trono e deixar de poder sair para caçar os lessers.
O nome desta história provem da comparação que ele faz entre a lâmina do abre-cartas e as lâminas das adagas que a irmandade usa.
Com violência e sexo à mistura, voltamos ao casal inicial desta saga. E se o regresso até foi interessante, acabou por não me cativar muito. Simplesmente não fez nada por mim, mas não deixou de ter uma dinâmica interessante.
"Movie Night", de J.R. Ward
Passado mais ou menos no mesmo espaço-tempo que o anterior, este é apenas um resumo do que seria uma noite/dia de filmes com a irmandade.
Sinto que se esta história fosse contada numa narrativa, teria sido um mimo, mas como foi contada como um resumo, acabou por ser extremamente banal, se bem que interessante.
Existem mais duas histórias no site ("In the nature of Phury" e "The interview that bever happened"). Não os li pois pelo que consegui perceber passam-se depois do quinto/sexto livro.
"Wrath and the Letter opener", de J.R. Ward (podem ler aqui)
Este interlúdio passa-se entre o terceiro e o quarto livro da saga, mas podem lê-lo depois de lerem pelo menos o primeiro.
A premissa para este conto é tão cómica como plausível. Wrath, sendo o "machão" que é e gostando da luta, vê-se aborrecido depois de aceitar o trono e deixar de poder sair para caçar os lessers.
O nome desta história provem da comparação que ele faz entre a lâmina do abre-cartas e as lâminas das adagas que a irmandade usa.
Com violência e sexo à mistura, voltamos ao casal inicial desta saga. E se o regresso até foi interessante, acabou por não me cativar muito. Simplesmente não fez nada por mim, mas não deixou de ter uma dinâmica interessante.
"Movie Night", de J.R. Ward
Passado mais ou menos no mesmo espaço-tempo que o anterior, este é apenas um resumo do que seria uma noite/dia de filmes com a irmandade.
Sinto que se esta história fosse contada numa narrativa, teria sido um mimo, mas como foi contada como um resumo, acabou por ser extremamente banal, se bem que interessante.
Existem mais duas histórias no site ("In the nature of Phury" e "The interview that bever happened"). Não os li pois pelo que consegui perceber passam-se depois do quinto/sexto livro.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Ódio
"Ódio (Ódio 1)", de David Moody (Editorial Presença)
Sinopse:
Opinião:
Quem me conhece, sabe que eu adoro o género do horror. Estranhamente poucos livros li neste género, muito por culpa dos poucos que li não terem sido muito compensadores.
Quando pego num livro de horror espero apanhar sustos e ser surpreendida. Não me importo que tenha violência (desde que não seja extrema), e dependendo da história, esta até é aconselhável, mas claro, uma história de horror que se baseie quase exclusivamente em cenas nojentas, não vai ter grande sucesso comigo. É tudo uma questão de equilíbrio.
Este "Ódio" usou bastante da violência, embora não de forma desproporcional. Infelizmente pouco uso fez do susto e da surpresa, o que fez com que o meu "grau de divertimento" fosse menor.
Dividido por dias da semana, no início de cada "parte" temos a descrição de uma cena de violência extrema que parece não ter explicação para os que a elas assistem. Aos poucos vamos percebendo que os "odiosos" agem por medo pois são assolados por um sentido extremo de auto-preservação, sem distinção entre quem antes era seu amigo ou inimigo. Só poupam aqueles que são como eles. os que mudaram. Todos os outros são uma ameaça e por isso devem ser eliminados, nem que sejam esposos/as, filhos/as, pais, amigos/as.
Esta vertente acabará por nos ser contada na primeira pessoa, e o que poderia ter sido uma viagem elucidativa e potente à mente destes "odiosos" acaba por ser apenas ... algo amena.
Infelizmente não acho que a história, neste ponto, tenha ganho com a perspectiva na primeira pessoa, pois chegamos ao fim do livro sem saber o que se passa na realidade.
Certo é que percebemos o que lhes passa pela cabeça, e isso sim está bem conseguido, mas nada nos é explicado sobre como realmente as coisas chegaram ao ponto em que estão. Temos apenas um político a dizer que "deve ter a ver com a genética e coisa e tal" (é mesmo isso que ele diz. não nestas palavras, mas com o mesmo significado).
Percebo que o autor queira deixar o terreno aberto para os livros seguintes, mas é frustrante para o leitor chegar ao fim do livro a saber pouco mais do que sabia no início.
O que mais gostei nesta narrativa foi a vida quotidiana do Danny. A sua vida profissional, igual à de tantas outras pessoas aborrecidas e descontentes com os seus empregos. A sua vida amorosa, ainda apaixonada mas encurralada pelos três filhos. A vida familiar, sufocada pelos filhos, que ele parece amar tanto quanto, por vezes, parece querer ver-se livre deles. Este sem dúvida foi um ponto alto do livro. Muito real e no qual, acredito, quase todos se poderão rever nem que por um só momento.
Mas também aqui há momentos algo aborrecidos. No início do livro, a exaustiva descrição do local do trabalho e dos seus colegas pareceu-me desnecessária. Uma visão mais curta teria sido suficiente pois nada do que poderia ter surgido lá, chegou a acontecer. Por exemplo, estava a contar que ele e a chefe se metessem numa luta, já que o autor lhe deu tanta importância no texto, mas ela quase deixou de ser mencionada depois das primeiras páginas. Ou seja, perda de tempo narrativo (ou estaria a tentar desviar a atenção do leitor?).
Uma coisa que me fez muita impressão nesta história foi o facto de nem por uma vez alguém ter levantado um dedo para ajudar quem estava a ser atacado. Uma vez!
Gosto de acreditar que a humanidade nunca agiria dessa maneira, mas quem sabe?
Em suma, foi uma leitura interessante, que tinha potencial para muito mais, e que sem dúvida deixa expectativas quanto à continuação, embora possa ser lido como um volume único sem quaisquer problemas. Infelizmente, sem a continuação o mistério dos "odiosos" permanece por desvendar, o que é uma decepção.
Achei que poderia ter recorrido mais ao susto e menos ao gore. A voz na primeira pessoa podia e devia ter sido mais bem aproveitada, de forma a que o leitor realmente conseguisse entrar na pele do narrador, coisa que não aconteceu.
Ainda assim vale a pena, pela ideia, pela forma como é contada e pelas personagens, que são muito "nossas conhecidas". Todos nós conhecemos um Danny, ou mais ainda, somos um Danny. Aqui as pessoas parecem genuínas, o que torna tudo isto ainda mais "real" e consequentemente assustador.
Tradução (Saul Barata):
Edição:
Nota: Recebi este livro num passatempo do Refúgio dos Livros, cortesia da Editorial Presença.
Sinopse:
Todos os dias, Danny McCoyne sai de casa para um emprego que apenas tolera por ter de assegurar a sua sobrevivência e a da sua família. Mas em breve este homem vai descobrir o que verdadeiramente significa sobreviver. De um momento para o outro, começam a ocorrer um pouco por toda a parte cenas de violência extrema. Sem que ninguém saiba explicar porquê, qualquer transeunte normal pode tornar-se de repente um assassino impiedoso que ataca aleatoriamente. À medida que esta estranha epidemia vai alastrando, Danny sente-se na obrigação de proteger a família - mas como quando já não pode confiar em ninguém, incluindo em si próprio…?
Opinião:
Quem me conhece, sabe que eu adoro o género do horror. Estranhamente poucos livros li neste género, muito por culpa dos poucos que li não terem sido muito compensadores.
Quando pego num livro de horror espero apanhar sustos e ser surpreendida. Não me importo que tenha violência (desde que não seja extrema), e dependendo da história, esta até é aconselhável, mas claro, uma história de horror que se baseie quase exclusivamente em cenas nojentas, não vai ter grande sucesso comigo. É tudo uma questão de equilíbrio.
Este "Ódio" usou bastante da violência, embora não de forma desproporcional. Infelizmente pouco uso fez do susto e da surpresa, o que fez com que o meu "grau de divertimento" fosse menor.
Dividido por dias da semana, no início de cada "parte" temos a descrição de uma cena de violência extrema que parece não ter explicação para os que a elas assistem. Aos poucos vamos percebendo que os "odiosos" agem por medo pois são assolados por um sentido extremo de auto-preservação, sem distinção entre quem antes era seu amigo ou inimigo. Só poupam aqueles que são como eles. os que mudaram. Todos os outros são uma ameaça e por isso devem ser eliminados, nem que sejam esposos/as, filhos/as, pais, amigos/as.
Esta vertente acabará por nos ser contada na primeira pessoa, e o que poderia ter sido uma viagem elucidativa e potente à mente destes "odiosos" acaba por ser apenas ... algo amena.
Infelizmente não acho que a história, neste ponto, tenha ganho com a perspectiva na primeira pessoa, pois chegamos ao fim do livro sem saber o que se passa na realidade.
Certo é que percebemos o que lhes passa pela cabeça, e isso sim está bem conseguido, mas nada nos é explicado sobre como realmente as coisas chegaram ao ponto em que estão. Temos apenas um político a dizer que "deve ter a ver com a genética e coisa e tal" (é mesmo isso que ele diz. não nestas palavras, mas com o mesmo significado).
Percebo que o autor queira deixar o terreno aberto para os livros seguintes, mas é frustrante para o leitor chegar ao fim do livro a saber pouco mais do que sabia no início.
O que mais gostei nesta narrativa foi a vida quotidiana do Danny. A sua vida profissional, igual à de tantas outras pessoas aborrecidas e descontentes com os seus empregos. A sua vida amorosa, ainda apaixonada mas encurralada pelos três filhos. A vida familiar, sufocada pelos filhos, que ele parece amar tanto quanto, por vezes, parece querer ver-se livre deles. Este sem dúvida foi um ponto alto do livro. Muito real e no qual, acredito, quase todos se poderão rever nem que por um só momento.
Mas também aqui há momentos algo aborrecidos. No início do livro, a exaustiva descrição do local do trabalho e dos seus colegas pareceu-me desnecessária. Uma visão mais curta teria sido suficiente pois nada do que poderia ter surgido lá, chegou a acontecer. Por exemplo, estava a contar que ele e a chefe se metessem numa luta, já que o autor lhe deu tanta importância no texto, mas ela quase deixou de ser mencionada depois das primeiras páginas. Ou seja, perda de tempo narrativo (ou estaria a tentar desviar a atenção do leitor?).
Uma coisa que me fez muita impressão nesta história foi o facto de nem por uma vez alguém ter levantado um dedo para ajudar quem estava a ser atacado. Uma vez!
Gosto de acreditar que a humanidade nunca agiria dessa maneira, mas quem sabe?
Em suma, foi uma leitura interessante, que tinha potencial para muito mais, e que sem dúvida deixa expectativas quanto à continuação, embora possa ser lido como um volume único sem quaisquer problemas. Infelizmente, sem a continuação o mistério dos "odiosos" permanece por desvendar, o que é uma decepção.
Achei que poderia ter recorrido mais ao susto e menos ao gore. A voz na primeira pessoa podia e devia ter sido mais bem aproveitada, de forma a que o leitor realmente conseguisse entrar na pele do narrador, coisa que não aconteceu.
Ainda assim vale a pena, pela ideia, pela forma como é contada e pelas personagens, que são muito "nossas conhecidas". Todos nós conhecemos um Danny, ou mais ainda, somos um Danny. Aqui as pessoas parecem genuínas, o que torna tudo isto ainda mais "real" e consequentemente assustador.
Tradução (Saul Barata):
Antes de mais, pareceu-me que um título mais adequado teria sido "Odiosos" (nome dado aos que começam a agir de forma estranha) e não ódio, pois quanto muito o sentimento mais presente neste livro é o "medo". Mas claro, essa é a minha opinião pessoal.
Não posso dizer que há erros na tradução, porque poucos há (um ou dois, que tenha reparado). O problema é que as palavras escolhidas para os primeiros capítulos não são as melhores. Tive oportunidade de ler o primeiro capítulo em Inglês (língua original) e notei logo a diferença. Mas mesmo antes disso dei por mim a "torcer o nariz" ao texto em português.
Não posso dizer que há erros na tradução, porque poucos há (um ou dois, que tenha reparado). O problema é que as palavras escolhidas para os primeiros capítulos não são as melhores. Tive oportunidade de ler o primeiro capítulo em Inglês (língua original) e notei logo a diferença. Mas mesmo antes disso dei por mim a "torcer o nariz" ao texto em português.
Felizmente esta estranheza durou +/- até à página 100, porque a partir dai, ou eu me adaptei à escolha das palavras ou elas começaram a ser mais naturais.
Por isso cheguei ao fim sem voltar a "torcer o nariz" e só acho que a primeira parte precisava de uma nova revisão, pequena, mas que ajudaria muito a deixar o texto fluir.
Por isso cheguei ao fim sem voltar a "torcer o nariz" e só acho que a primeira parte precisava de uma nova revisão, pequena, mas que ajudaria muito a deixar o texto fluir.
Edição:
Gostei muito do design interior do livro, embora fizesse uso das "famosas" gotas de sangue, não deixou de fazer "vista" ao livro e à edição. Foi bem escolhido e deu um toque mais único ao volume.
A capa (de David Moody), embora em concordância com a original, não se distingue muito de outras duas que a Presença publicou nos últimos meses e cuja capa é branca com esguichos de sangue a vermelho.
Acho que um pouco mais de individualismo teria feito muito bem a este livro, até porque corre o risco de confundir os leitores dos outros dois livros ("A sociedade de sangue" e "O ano dos desaparecimentos") e induzir em erro sobre uma possível continuação.
Gostei da citação na contracapa: "O inferno são os outros", de Sartre. Uma frase que diz muito, mas se calhar teria sido mais interessante colocar algo que o próprio autor tivesse escrito.
Nota: Recebi este livro num passatempo do Refúgio dos Livros, cortesia da Editorial Presença.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Lançamentos 4
E este post serve única e exclusivamente para informar que, finalmente(!), a Presença vai publicar o segundo livro da Saga "Os Jogos da Fome".
Já pensava que ia ter de ter um livro em português e os outros em inglês. É que foi há mais de 1 anos atrás que publicaram o primeiro volume. 1 ano!
Ainda bem que li em inglês, mas estava à espera disto porque quero fazer a colecção em português, já que tenho o primeiro volume na nossa língua.
Título: "Em Chamas", de Suzanne Collins
Editora: Editorial Presença
Lançamento: 6 de Outubro 2010
Sinopse: «Pela primeira vez na história dos Jogos da Fome dois tributos conseguiram sair da arena com vida. Mas o que para Katniss e Peeta não passou de uma estratégia desesperada para não terem de escolher entre matar ou morrer, para os espectadores de todos os distritos foi um acto de desafio ao poder opressivo do Capitólio. Agora, Katniss e Peeta tornaram-se os rostos de uma rebelião que nunca esteve nos seus planos. E o Capitólio não olhará a meios para se vingar…»
E posso ser sincera? Não gosto nada quando colocam opiniões na capa. A contracapa serve para isso mesmo. Mas fora isso, está fiel à capa original e o título está bem adaptado do original "Catching Fire".
Podem ler as minhas opiniões: Livro 1, Livro 2 e Livro 3.
Já pensava que ia ter de ter um livro em português e os outros em inglês. É que foi há mais de 1 anos atrás que publicaram o primeiro volume. 1 ano!
Ainda bem que li em inglês, mas estava à espera disto porque quero fazer a colecção em português, já que tenho o primeiro volume na nossa língua.
Título: "Em Chamas", de Suzanne Collins
Editora: Editorial Presença
Lançamento: 6 de Outubro 2010
Sinopse: «Pela primeira vez na história dos Jogos da Fome dois tributos conseguiram sair da arena com vida. Mas o que para Katniss e Peeta não passou de uma estratégia desesperada para não terem de escolher entre matar ou morrer, para os espectadores de todos os distritos foi um acto de desafio ao poder opressivo do Capitólio. Agora, Katniss e Peeta tornaram-se os rostos de uma rebelião que nunca esteve nos seus planos. E o Capitólio não olhará a meios para se vingar…»
E posso ser sincera? Não gosto nada quando colocam opiniões na capa. A contracapa serve para isso mesmo. Mas fora isso, está fiel à capa original e o título está bem adaptado do original "Catching Fire".
Podem ler as minhas opiniões: Livro 1, Livro 2 e Livro 3.
Compras e Ofertas - Setembro 2010
Já há uns tempos que não mostrava aqui o que compro, talvez porque ao contrário do que advoquei anteriormente, não tenho conseguido deixar de comprar livros.
Este mês esta é foi lista (nem todos estão na foto):
- O Jardim Encantado, de Sarah Addison Alle;
- Jornal Conto Fantástico;
- Frankenstein, de Mary Shelley;
- A Verdadeira Invasão dos Marcianos, de João Barreiros;
- Orbias - O Demónio Branco, de Fábio Ventura;
- Avatar - Destino do Universo, de Frederico Duarte;
- A Coroa de Sangue, de Madalena Santos
- As Tribos do Sul, de Madalena Santos
- Os Doze Reinois, de Madalena Santos
E ainda recebi num passatempo do Refúgio dos Livros, o livro Ódio, de David Moody.
Este mês esta é foi lista (nem todos estão na foto):
- O Jardim Encantado, de Sarah Addison Alle;
- Jornal Conto Fantástico;
- Frankenstein, de Mary Shelley;
- A Verdadeira Invasão dos Marcianos, de João Barreiros;
- Orbias - O Demónio Branco, de Fábio Ventura;
- Avatar - Destino do Universo, de Frederico Duarte;
- A Coroa de Sangue, de Madalena Santos
- As Tribos do Sul, de Madalena Santos
- Os Doze Reinois, de Madalena Santos
E ainda recebi num passatempo do Refúgio dos Livros, o livro Ódio, de David Moody.
sábado, 25 de setembro de 2010
::Conto:: O Herói
"O Herói" de Dora Gago
Opinião:
Apesar de gostar bastante da prosa da autora, pareceu-me que divagou e o enredo se perdeu. Se tivesse sido ainda mais simplificado, teria ganho no pequeno formato em que foi apresentado. Mas o que menos satisfez foi a cena central, em que tudo o que aconteceu foi perceptível, mas não entusiasta.
Acho que havia lugar para muito mais, em termos de carga emocional.
Nota: Este conto venceu o 2º lugar do Prémio Hernâni Cidade. Podem ler o conto aqui.
Opinião:
Apesar de gostar bastante da prosa da autora, pareceu-me que divagou e o enredo se perdeu. Se tivesse sido ainda mais simplificado, teria ganho no pequeno formato em que foi apresentado. Mas o que menos satisfez foi a cena central, em que tudo o que aconteceu foi perceptível, mas não entusiasta.
Acho que havia lugar para muito mais, em termos de carga emocional.
Nota: Este conto venceu o 2º lugar do Prémio Hernâni Cidade. Podem ler o conto aqui.
::Conto:: O Carrossel
"O Carrossel" de João Rogaciano
Opinião:
No princípio este conto parecia ter um tema, a meio já parecia ser outro, mas somente no final percebemos realmente o seu propósito. Em poucas palavras o autor transmitiu uma imagem, uma ideia, uma mensagem. E não é algo a que fiquemos indiferente, pois eu própria sinto o pequeno planeta azul a tentar gritar por cima do barulho da campainha do carrossel.
Nota: Este conto venceu o 3º lugar do Prémio Hernâni Cidade. Podem ler o conto aqui.
Opinião:
No princípio este conto parecia ter um tema, a meio já parecia ser outro, mas somente no final percebemos realmente o seu propósito. Em poucas palavras o autor transmitiu uma imagem, uma ideia, uma mensagem. E não é algo a que fiquemos indiferente, pois eu própria sinto o pequeno planeta azul a tentar gritar por cima do barulho da campainha do carrossel.
Nota: Este conto venceu o 3º lugar do Prémio Hernâni Cidade. Podem ler o conto aqui.
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