sábado, 21 de setembro de 2013

A Heroína e o Guerreiro - divulgação

Tenho uma nova história disponível gratuitamente:
"A Heroína e o Guerreiro" é um conto ilustrado, uma sátira de fantasia, e um projecto que me deu muito gosto fazer.
Este é o primeiro de dez volumes. Podem lê-lo gratuitamente AQUI.


Sinopse:
A grande e única Heroína, acompanhado do seu fiel Mascote , são a nossa última esperança. Conseguirão eles reescrever a história do planeta, ou serão eles a sua perdição? Não percam as aventuras ilustradas deste duo.
Volume 1 – “A Heroína e o Guerreiro”, é um conto ilustrado.
Um velho conhecido de Heroína cruza-se no caminho dos nossos dois protagonistas, mas será que as suas intenções são boas?

Leiam, divulguem e deixem os vossos comentários!

sábado, 14 de setembro de 2013

::Conto:: Dragões de Simir

"Dragões de Simir", de Sara Farinha (podem ler este conto AQUI)

Sinopse:
Não existe paz para aqueles que vivem na ânsia de uma luta. Não há redenção para os dragões que, como Cole, quase perderam a sua humanidade na guerra. Espalhados pelas cordilheiras montanhosas do planeta, os metamorfos de dragão sobrevivem num complicado equilíbrio entre a metade humana e a animal. Ferozes e apaixonados, são as maiores criaturas do planeta, destinados a conter a sua natureza animal em benefício da sobrevivência da espécie. A temperança do dragão dependente das qualidades morais humanas… Uma ironia trágica.

Opinião:
Dragões de Simir é um conto com um conceito interessante que daria pano para mangas, se a autora assim o quisesse. No entanto, para a história que é, o formato de conto não foi mal escolhido.
A história é um pouco corriqueira, se bem que gostei do facto de o herói, propriamente dito, ser uma pessoa cheia de falhas. Por isso mesmo gostei de como a autora explorou as personagens, embora os passados delas fossem um trágicos demais.
O enredo não me surpreendeu muito no início mas a batalha final foi bem conseguida e trouxe algumas surpresas.
Já a escrita da autora, que por vezes trabalhava bem com a história, na maioria do tempo não era a mais apropriada. A autora ditava demasiada informação, ao invés de mostrar ao leitor, através das acções dos personagens, aquilo que precisávamos saber. Por exemplo, quando a Lia voou, pela primeira vez, nas costas do Cole, em vez de descrever o voo e as emoções, a autora simplesmente disse que foi fantástico e isso, para mim, não funcionou. Por outro lado, certas repetições no texto também não ajudaram a que este fosse mais aprazível.

No geral o conto foi uma leitura interessante, com personagens curiosas e algumas situações bem conseguidas, mas poderia ter sido muito melhor se a prosa fosse diferente. No entanto teria muito gosto em ler mais aventuras passadas neste 'mundo'.
Uma nota final para a capa que representa bem o conto, embora seja bastante mais colorido do que a história.

Visitem o site da Autora, o seu Blog. e a sua página no Facebook. Conheçam também o artista da capa: Rui Alex.

Booktrailer:

domingo, 8 de setembro de 2013

::Conto:: Gosma Literária

"Gosma Literária", de Carlos Silva (disponível gratuitamente AQUI)

Sinopse:
Um cientista afirma que descobriu a substância que irá mudar o modo como se experiencia a literatura, mas será que o conteúdo vai mudar?

Opinião:
Aqui está um texto que é produto dos tempos (embora o tema não seja de hoje). De uma forma bastante directa e, diria até, divertida, o autor critica o que é ou não considerado literatura e, mais importante que isso, aquilo que a maioria dos leitores procura quando lê um livro.
Para quem lê regularmente, certamente que este texto dirá muito. Se se concorda ou não, já é outra história.
Falando do conto em si, acho que serviu bem o seu propósito, de sátira/crítica, mais do que para ser um instrumento das personagens (elas que são quase irrisórias neste texto). A escrita do autor funciona bem aqui e, tratando-se de um conto curto, lê-se muito bem.

Visitem: Site do autor - Blog Fantasy & Co (antigo)

Podem ler este conto, gratuitamente, no blog Fantasy & Co (Ebook)

A Vida aos Quadradinhos - Agosto 2013

Em Agosto terminei de ler um manga que me é muito querido e que me apertou o coração várias vezes. Também li vários webcomics novos que me surpreenderam. E vocês? O que leram?

Naruto vol. 65 e 66
Correndo o risco de soar como uma fangirl: Team 7 volta a atacar! Yeah!
Se alguém daqui ler Naruto há tanto tempo como eu, certamente que sentirá o mesmo. Apesar de tudo o que se passou entretanto, e do quanto Naruto, Sasuke e Sakura se distanciaram, foi um mimo vê-los juntos novamente. Só estou à espera que o Naruto dê um murro no Sasuke, e então aí ficarei satisfeita.
Outra cena marcante foi quando mostraram todas as equipas de novo. Lembrei-me logo do Exame Chunnin e só tive pena por se terem esquecido da equipa do Lee (embora saiba porque o fizeram, e não falo porque são Spoilers)
Outra cena que gostei bastante foi do confronto Kakashi vs Obito, porque, bem, eu esperava isto desde que suspeitei que o Obito era ... bem ... o Obito. E isto já foi há muito tempo! Agora aquela transformação final do Obito parece algo saído do Bleach. Juro! Não sei se gosto.

Gakuen Alice (fim)
Gakuen Alice é um manga que sigo há alguns anos. Conheci-o através do anime, o que é pouco comum, e desde então que fiquei rendida a esta história. Apesar de as suas personagens serem quase todas crianças com pouco mais de dez anos, quem ler Gakuen Alice rapidamente perceberá que o enredo é muito maduro, por vezes até demais. Não é uma história feliz, mas é capaz de trazer um sorriso ao leitor mais sisudo. É alegre na mesma medida em que nos faz chorar desalmadamente.
Não vou dizer que Gakuen Alice é perfeito, porque não é, mas está lá perto.
O mais engraçado é que aquilo que faz de Gakuen Alice um manga excelente, é também o seu ponto fraco. Neste manga temos muitas personagens, e todas são muito bem caracterizadas e conseguem brilhar por mérito próprio, no entanto a arte da autora é bastante linear e temos muitos rostos quase iguais, o que por vezes torna difícil perceber quem é quem logo que aparecem na página. Felizmente as suas distintas personalidades acabam por colmatar esta lacuna.
Acho até que posso dizer, sem qualquer problema, que não existe uma personagem neste manga que eu deteste, ou que ache que não faz lá falta. E isso é algo impressionante, a meu ver. Mas claro que tenho as minhas favoritas, que não são mais que a Mikan e o Natsume. O que mais gosto na Mikan, é a forma como ela consegue tocar no coração de todos com quem se cruza, não de uma forma falsa, mas de uma forma que me faz acreditar que, se existem pessoas como ela, com certeza terão à sua volta gente que mudou radicalmente por ter convivido com elas. O que gosto no Natsume é a forma como ele parecia um idiota que mas tarde se revelou uma das personagens que mais amadureceu.
O final deste manga deixou-me dividida. Por um lado queria mais, mas por outro acho que a autora o terminou de forma merecedora e aqueles últimos volumes fizeram-me chorar tanto.
Enfim, se ainda não leram, dêem uma oportunidade a Gakuen Alice.


Asas nos Pés 1 e 2, de Ricardo Andrade e Marta Patalão (leiam gratuitamente AQUI)
Este pequeno manga, disponibilizado gratuitamente pela NCreatures, conta-nos a história de um jovem futebolista que só pensa em ser o melhor, e que chega a achar-se o melhor, mas que rapidamente aprende que não é só dele que depende o resultado.
É uma história curta, desenhada ao estilo manga, que me recordou um pouco do Capitão Tsubasa (Oliver e Benji), que costumava passar na RTP1 quando eu era criança.
As personagens podiam estar mais desenvolvidas, mas é uma BD que se lê bem e cujo final está bem conseguido.


Gaia, de Powree e Oliver Knörzer (leiam grátis AQUI)
O único problema de Gaia, é que custa esperar pela próxima página. Fora isso, a BD continua esplendorosa e a história fica melhor a cada nova página.

 
Land of Lions 1 a 3, de Cassandra Jean (leiam grátis AQUI)
Land of Lions, confesso, não me cativou no primeiro, nem no segundo capítulo, mas no terceiro já fiquei mais interessada. Acontece que a história, especialmente no primeiro capítulo, aconteceu demasiado depressa e o compasso não foi bem conseguido. Já no terceiro, como as coisas parecem finalmente fazer um pouco de sentido, gostei mais.
Por outro lado a arte desta BD é excelente.


NeverenD 1, de VanRah (leiam grátis AQUI)
Esta BD espanta logo de início, pelas suas ilustrações. Eu sei que a BD não se 'mede à cor' mas eu fiquei presa às ilustrações coloridas. A BD interior, a preto-e-branco já não é tão marcante, mas mantém-se coerente e é bonita. Já no que diz respeito à história, achei que a primeira parte foi mal aproveitada e não deram espaço para alicerçar bem o que se havia passado. Saltaram logo para a parte que achavam interessante, sem introduzir bem o leitor na trama. No entanto, depois dessas primeiras páginas é fácil criarmos um elo com as personagens e o final do primeiro capítulo está muito bem conseguido.


Prague Race 1 e 2, de LEPPU (leiam grátis AQUI)
Ainda tenho de ler mais desta BD para saber realmente o que pensa mas, para já, estou a adorar. As personagens são muito divertidas, a arte é linda e o enredo está a ficar interessante. Além do mais temos uma loja de antiguidades que parece assombrada. Querem melhor?

Rumplestiltskin 1, de Holy (leiam grátis AQUI)
Está aqui uma BD que não me conseguiu convencer no primeiro capítulo e, ainda assim, tenho vontade de ler um pouco mais. Acontece que não simpatizei, de todo, com a personagem principal, no entanto gostei do irmão dela, do mundo medieval que nos é apresentado e também do mistério com o Rumplestiltskin. E são razões suficientes para querer ler pelo menos mais um capítulo.Contudo, este primeiro capítulo ficou aquém do que esperava, apesar de arte ser linda (a arte sozinha nada faz).

Simon Sues 1, de Myung Hee Kim (leiam grátis AQUI)
Aqui está uma BD de mistério e fantasia que me manteve agarrada às suas páginas. Bom enredo, personagens interessantes e muitos mistérios ainda por descobrir. A arte também é bastante apelativa, mas foi o enredo que me cativou.
Se gostam de mistérios sobrenaturais, experimentem Simon Sues. Embora eu só tenha lido um capítulo, esta BD promete.


Todd Allison & the Petunia Violet 1, de Nozmo (leiam grátis AQUI)
Ainda não sei muito bem o que pensar desta BD, mas já me ri bastante com ela, por isso imagino que fique ainda melhor. Temos personagens bem peculiares e muito bem retratadas, uma história que parece, à primeira vista, bastante linear, mas há alguma promessa escondida de algo mais. Algum mistério.
 A arte é lindíssima e o desenho de personagens é perfeito., assim como a escolha das cores. Gostei muito do que li até agora.

Urban Reality 1 e 2, de JonLock (leiam grátis AQUI)
Esta BD tem uma história que parece +/- episódica, com mistério paranormal à mistura, e confesso que o primeiro caso até foi interessante e teve algumas cenas absolutamente brilhantes, no entanto não sou grande fã do estilo da arte (inacabado e até um descuidado). Não é arte que define se uma BD é boa mas, quando parece que o artista teve preguiça de fazer mais, é mau para o leitor. E acontece que achei que a trama, no primeiro capítulo, se dispersou demasiado com cenas que confundiram mais do que auxiliaram. Não sei se vou voltar a esta BD, mas talvez o faça porque gostei do segundo capítulo.

Vampire Fetish 1, de LOOM (leiam grátis AQUI)
Estranha é o melhor adjectivo para esta BD. Não sei bem o que pensar das personagens ou do enredo. Há momentos interessantes mas o protagonista não me cativou e a história também não. É possível que não volte a ler Vampire Fetish, embora lhe tenha achado alguma piada. Simplesmente não é o tipo de história que me mantenha presa às páginas.

Saigami 1, de A. Otilia Vieral (leiam grátis AQUI, em português) 
Apesar de o primeiro capítulo ainda nem estar completamente publicado, e de Saigami ter começado um pouco estranho e sem grande nexo, confesso que as mais recentes páginas me têm mantido presa ao enredo. Tem aquele ar de manga de aventura fantástica que eu gosto bastante. A arte não é nada de surpreendente, embora em momentos me tire o fôlego (nas páginas duplas, maioritariamente) mas é mesmo a história que eu gosto. Sei lá! Faz-me voltar atrás no tempo e isso é bom, de vez em quando.
Para o que não lêem em inglês, fica a informação que esta BD está disponível na nossa língua.

ERA: Ibuki 1 a 3, de Wave (leiam grátis AQUI)
Tenho de começar por dizer que, graficamente, este manga parece um autêntico anime. E mais, o artista faz uso da web para criar surpresa com a maneira como os painéis são apresentado. Vale a pensa só por isso. Mas não vou denegrir ERA: Ibuki a um mero exercício gráfico, pois a história também tem alguns pontos a favor. É-nos apresentado um mundo distópico, em constante guerra, no entanto pouco sabemos de como chegamos a este ponto, quem são os inimigos, ou porque  os dois lados estão em guerra. São nos dadas pequenas pistas que se mostram insuficientes, a meu ver, mas pode ser que isso ainda venha a ser melhorado. Afinal a BD ainda está a decorrer.
Gosto da protagonista e as restantes personagens até estão bem expostas, mas não são muito interessantes, a meu ver.
Voltando à estética, esta BD deixa-me um pouco baralhada. Tem painéis lindíssimos, a nível de cor e desenho, mas depois aperecem cenas em que o desenho e pobre e inestético. A pintura salva o desenho, mas não disfarça tudo. Enfim, apesar de visualmente estonteante, em certas ocasiões (maioritariamnete fora das cenas de acção), deixa im pouco a desejar.
Vale a pena ler? Eu diria que sim, embora ainda esteja à espera de mais explicações.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Iª Mostra Bibliográfica de Ficção Científica e Fantasia de Autores Portugueses

No Porto, entre 7 e 30 de Setembro, na Biblioteca Almeida Garrett, será possível visitar a Iª Mostra Bibliográfica de Ficção Científica e Fantasia de Autores Portugueses.
Esta iniciativa é coordenada pelo Álvaro de Sousa Holstein e pela Marcelina Gama. O cartaz é da autoria de Cláudia Silva.

Eu vou visitar. E vocês?

Eu Sou a Lenda

"Eu Sou a Lenda", de Richard Matheson (Edições Saída de Emergência)

Sinopse:
Robert Neville é o último homem vivo na Terra... mas não está sozinho. Todos os outros homens, mulheres e crianças transformaram-se em vampiros e estão sequiosos pelo sangue de Neville.
De dia, ele é o predador, caçando os mortos vivos pelas ruínas abandonadas da civilização. De noite, Neville barrica-se em casa e reza para que chegue a manhã.
Durante quanto tempo pode um homem sobreviver num mundo de vampiros?


Opinião:
Voltei a ver recentemente  o filme homónimo, de 2007, e tive vontade de ler o livro. Mas qual não foi a minha surpresa quando descobri, logo nas primeiras páginas, que o livro e o filme quase nada têm em comum? Mas será que isso foi mau? Não, não foi!

A história está excelente, embora comece um pouco lenta e estranha, rapidamente o leitor se embrenha nela, no dia-a-dia de Robert e na sua solidão. O autor conta-nos um pouco do que se passou antes, mas mesmo muito pouco, que no entanto acaba por ser suficiente para o leitor adivinhar o que se passou com a esposa e a filha de Robert. Nesse aspecto achei que o autor foi brilhante, pois mesmo dizendo quase nada, acabou por dizer o suficiente. O resto, o leitor adivinha.

O Robert Neville que nos é apresentado no livro, a obra original, não tem nada a ver com o que aparece no filme, especialmente fisicamente, pois no livro ele é descrito como loiro de olhos azuis. Mas também a nível psicológico e social acaba por ser bastante diferente. Na verdade, nem os 'vampiros' têm muito a ver, em termos comportamentais. E nesta nota, pessoalmente, gosto mais dos 'vampiros' do filme por serem um pouco mais plausíveis, embora os do livro pareçam mais humanos. O que acontece é que os vampiros do livro estão singidos pelas regras 'antigas' (alho, cruz, água corrente, não poderem entrar nas casas sem serem convidados, etc). No entanto, adorei como o autor encontrou justificações científicas para tudo isto. Excelente!
Já no que diz respeito ao protagonista em si, acabei por gostar dos dois (do filme e do livro), por razões bem diferentes. O do livro consegue ser ainda mais humano que o do filme, mas também um pouco mais fechado no tempo em que foi criado. Não é, por assim dizer, uma pessoa que se pudesse considerar comum hoje em dia, em termos de pensamentos sociais, mas ao mesmo tempo não está datado. É apenas diferente e é-me mais fácil estabelecer empatia com o Robert do filme.

A escrita do autor é excelente e ele sabe como dizer apenas o suficiente e parece nunca subestimar o leitor. Ou seja, não lhe dá informação a mais, apenas a necessária, e assume que daí o leitor consegue ver o final. Eu adoro quando os autores fazem isso, e o fazem bem, como acontece aqui.

Em suma, "Eu Sou a Lenda" foi um livro que adorei ler, com um excelente protagonista, uma história bem contada e uma escrita mais que agradável. Recomendo!

Opinião (contos):
Nascido de Homem e Mulher
Este conto não me cativou, tanto pelo tom com que é contado, como pela história em si. É bastante negro, isso sim, mas mesmo a prosa não funcionou comigo.

Presa

Embora esta fórmula tenha sido usada muitas vezes, em séries, contos e outros meios, acho que Richard Matheson a executou muito bem,. E há que ter em conta que isto não foi escrito hoje, mas há mais de cinquenta anos, e ainda assim se mantém bastante apelativo. Gostei de como nos mostrou a personagem, e de como descreveu as cenas de terror.

Perto da Morte

Um conto pequeno e bastante previsível. Não é mau, mas é pouco eficaz.

Pesadelo a 20.000 Metros de Altitude

Neste conto uma coisa se destacou: a loucura do protagonista. Nesse aspecto, Richard Matheson teve sucesso. O leitor sentia a insanidade do personagem e ficava um pouco louco juntamente com ele. O único problema é que achei o texto um pouco repetitivo e não muito original. embora tenha consciência de que, talvez quando foi escrito, tivesse sido algo bastante original.

Os Filhos de Noé

Mais uma história que, desde então, foi usada milhares de vezes, e ainda assim, pelas mãos deste autor, consegue prender o leitor. É verdade que a trama não surpreende, mas as personagens cativam e a prosa do autor funciona muito bem neste tipo de conto.

Tradução (Fernando Ribeiro e Davdi Soares), Capa, Design e Edição:
Acho que o tradutor de "Eu Sou a Lenda" fez um excelente trabalho. Já nos contos senti um pouco de rigidez na tradução, especialmente no "Nascido de Homem e Mulher" e no "Presa". Não foi nada de muito expressivo, mas senti-o um pouco, enquanto leitora. Fora isso, excelente trabalho.
A capa do livro funciona muito bem com o ambiente do livro em si e o design interior é o que se pode esperar da Saída de Emergência: muito bem feito. É uma edição que vale a pena ter na estante.

domingo, 1 de setembro de 2013

Clube de Leitura de Braga - Setembro

Como já vem sendo hábito, a cada primeiro sábado do mês, o Clube de Leitura de Braga reune-se na Bertrand de Braga (centro da cidade) para discutir um novo livro.
A 7 de Setembro, às 15 horas, falaremos de "A Náusea" do autor Jean-Paul Satre.

Apareçam. mesmo que não tenham lido ou terminado o livro.

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