sábado, 25 de junho de 2011

::Filme:: Julie & Julia

Baseado no livro "Julie & Julia", de Julie Powell, contava ter um filme engraçado, com muita comida e muita 'vida' pelo meio. já que não só falava de duas mulheres, mas de como os cozinhados (e mais particularmente o livro "Mastering the Art of French Cooking", de Julia Child) afectariam as suas vidas 
O problema foi que o filme falhou redondamente neste último campo.


Achei o conceito bastante interessante, e gostei que o filme retratasse não só a 'aventura' da Julie, como um pouco da ida da Julia (pessoalmente até gostei mais da história da Julia).
O problema foi que na vida de Julie pouco mais aconteceu do que ela tomar a decisão de cozinhar as +500 receitas em 365 dias. Estava À espera de ver como essa decisão e esse objectivo tinha afectada a sua vida (familiar, profissional, pessoa, etc.), mas na verdade pouco se viu. O que o filme nos 'mostrou' foi que em 365 dias dedicados à cozinha, as únicas coisas interessantes que aconteceram na vida dela foram: Uma cena hilariante em que ela cozinhou lagostas; um dia que ela fingiu estar doente e faltou ao trabalho para fazer uma receita; e uma discussão que ela teve com o marido, que acabou por se resolver com relativa facilidade. 
A sério? Em um ano só aconteceu isso de importante?


Acabou por ser um filme mediano, com boas actuações, mas pouca profundidade.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Booking Through Thursday - Banda Sonora

What, if any, kind of music do you listen to when you’re reading? (Given a choice, of course!)

Há uns anos atrás adorava ouvir música enquanto lia, mas aos poucos fui perdendo esse hábito, e hoje em dia acho extremamente desconcertante e distractivo, estar a ouvir música enquanto leio, especialmente quando estou num café e a TV está sintonizada no VH1, ou pior MTV (que agora já nem dá música sequer :P)
Por vezes consigo abstrair-me, mas outros momentos há, em que se torna difícil focar-me nas palavras escritas e não na música alta, por isso prefiro silêncio, ou quanto muito sinfonias, que sempre são mais acolhedoras.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Fortune's Folly

"Fortune's Folly", de Deva Fagan (ainda não publicado em Portugal)

Sinopse:
Ever since her mother died and her father lost his shoemaking skills, Fortunata has survived by telling fake fortunes. But when she’s tricked into telling a grand fortune for a prince, she is faced with the impossible task of fulfilling her wild prophecy-or her father will be put to death.
Now Fortunata has to help Prince Leonato secure a magic sword, vanquish a wicked witch, discover a long-lost golden shoe, and rescue the princess who fits it. If only she hadn’t fallen in love with the prince herself. . .

Opinião:
Desde que este livro saiu em 2009 que tinha curiosidade em lê-lo, e depois de ler um excerto do primeiro capitulo (disponível no site da autora), ainda com mais vontade fiquei. Demorei dois anos a comprá-lo e decidir lê-lo, mas valeu bem a pena.

"Fortune's Folly" é um conto de fadas diferente do habitual. Não há magia, mas há magia. Temos todos os ingredientes reconhecíveis: Principe num cavalo branco, uma profecia, uma princesa presa na torre, um grande vilão, uma bruxa, um par de sapatos muito especiais. Está tudo lá, mas nada lá está, pois a autora conseguiu ser original com todos este ingredientes nossos conhecidos.

Fortunata é uma excelente protagonista. Teve uma vida difícil, o pai perdeu o juízo depois da morte da mão e tem de ser Fortunata a sustentá-los. Para tal tem de mentir e submeter-se a coisas às quais preferia não se submeter.
O livro começa por dar-nos a conhecer muita da história desta jovem rapariga, que não acredita em contos de fada, nem magia, e muito menos em finais felizes. Conhece gente que a ajuda, mas muito mais pessoas que só a querem prejudicar, mas mesmo quando está presa às circunstâncias, Fortunata nunca perde a garra e não espera por ninguém para se livrar dos problemas, resolve-os sozinha.
Isto até ter de profetizar o destino do principe Leonato, e tudo ficar virado do avesso.

O livro tem humor/sarcasmo embutido em quase todas as situações, embora esteja contado com tal seriedade que não dá para rir. A escrita é simples mas fluída, funcionando a favor da narrativa e das personagens.
Tanto Fortunata como Leonato estão muito bem desenvolvidos e as suas reacções e acções são as mais naturais possíveis, dentro das circunstâncias. Mesmo os vilões estão bem enquadrados se bem que não tão desenvolvidos como os protagonistas, mas as suas razões não parecem injustificadas nem forçadas para fazer a narrativa seguir um rumo.

Adorei mesmo a aventura em que tiveram de se meter para fazer a profecia tornar-se realidade, especialmente porque praticamente tudo era resolvido com a destreza da Fortunata e a coragem do príncipe, mas ao mesmo tempo não podia deixar de acreditar que havia magia pelo meio.
O final caiu muito bem, à excepção da parte da familiar do Leonato. Isso pareceu um pouco forçado, mas de resto achei perfeito. Não podia esperar mais.
Aliás, acho que o único senão deste livro é mesmo o desenvolvimento de uma vilã (familiar do príncipe). Os outros vilões estão bem expostos, mas esta pecou um pouco pela pouco exposição, daí não ter gostado do fim que lhe foi atribuído.

Em suma, este é um livro encantador, para todas as idades (sim, até mesmo crianças maiorzinhas), onde a realidade colide com a fantasia e a crueza da vida se entrança com a esperança de algo maior e melhor. Não é o típico conto de fadas, mas ao mesmo tempo não deixa de o ser. Ambíguo, eu sei, mas acreditem que é mesmo assim.
Adorei!

Capa (Monica Lee), Design (April Ward) e Edição:
Não sou fã da capa, pelo desenho demasiado simplista, mas ao mesmo tempo acho que funciona relativamente bem e retrata com alguma fidelidade a Fortunata.
O design interior está muito bonito. Elegante, mas ao mesmo tempo sofisticado. A edição em capa dura está muito boa e não encontrei erros no texto ou na paginação. Vale a pena comprar a versão hardcover.

O Booktrailer:

terça-feira, 21 de junho de 2011

Top Ten Tuesday - Reasons I Love Being A Book Blogger/A Bookish Person

Esta semana o blog The Broke and the Bookish (anfitreão do Top Ten Tuesday) faz 1 ano, e por isso tema desta semana é "Reasons I Love Being A Book Blogger/A Bookish Person" (Razões porque gosto de ser uma Blogger de Livros/Amante de Livros).
 

Nunca escondi que a principal razão que me levou a criar o blog, foi por MIM. Que é como quem diz, não o fiz para ganhar notoriedade, nem  para parecer mais esperta do que sou (caso contrário só leria clássicos para parecer mais erudita). Mas a questão não é bem essa esta semana, e sim porque eu gosto de ser uma Blogger de Livros/ Amante de Livros.

Cinco razões porque adoro ser uma Blogger de Livros:
1) Para ter uma fonte organizada de todos os livros que leio, com as minhas opiniões, e as dos que comentam;
2) Porque quando tenho que fazer estas listinhas, tenho sempre uma forma rápida de descobrir o que quero, e que muitas vezes me esqueço porque já passou imenso tempo desde que li determinado livro;
3) Porque adoro trocar impressões com outros amantes de livros, mesmo quando temos opiniões distintas do mesmo livro, e claro, porque assim também descubro muitos livros novos;
4) Porque ao ter um blog sobre livros, sinto-me impelida a ler mais e melhor;
5) Porque aos poucos aprendi (e continuo a aprender) a mostra a minha opinião, sem prejuízo da opinião alheia. No início era capaz de dizer coisas estúpidas sobre um livro (nas minhas primeiras opiniões em blog) e especialmente sobre o autor, mas felizmente muito rapidamente aprendi a ser mais madura e objectiva nas minhas opiniões. E acima de tudo penso que aprendi a respeitar mais os livros e o trabalho que está por trás de cada um deles, mesmo dos que não gosto nada. Claro que continuo a ter 'ódios' de estimação, mas agora levo as coisas mais na ... desportiva, até porque como escritora amadora, sei que estou longe de ser melhor que muitos deles (bons e maus, pois cada leitor tem seus gostos, e não se agrada a gregos e a troianos sem fazer uma salada mista, intragável, pelo meio.).

E agora razões porque adoro ser uma 'amante' dos livros:
1) Porque não há nada mais emocionante que começar a ler um livro novo e descobrir novos mundos, novas personagens, novas sensações;
2) Porque um bom livro é intemporal, e porque (esses) podemos ler cem vezes, e de todas as vezes vamos descobrir algo novo para nos maravilhar;
3) Porque são muito mais saudáveis e interessantes do que ver televisão (especialmente em horário nobre nos canais nacionais);
4) Porque, apesar de o amantes de livros serem chamados de muitos nomes maus, também são normalmente catalogados como cultos (o que não quer dizer que seja necessariamente verdade), já que pomos os cérebro a trabalhar constantemente, em vez de matarmos umas quantas células cerebrais a ver reality-shows onde a frase do dia é "Não sei que diga, não sei que faça.", num tom quase arrepiante de peça Shakespeariana. Credo!
5) Porque independentemente da plataforma (física, digital ou audio), uma boa história será sempre uma boa história, e as palavras (escritas, faladas ou pixeladas) serão sempre as mesmas, sem prejuízo de como nos venham parar ás mãos.

E penso que são razões mais do que suficientes. :)

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Ubik - Entre 2 Mundos

"Ubik - Entre 2 Mundos", de Philip K. Dick (Editorial Presença)

Sinopse:
Ubik, tal como Blade Runner ou Minority Report, é uma das obras-primas de Philip K. Dick. Um dos livros mais assinaláveis dos anos 60, foi escrito num estilo muito próximo da pulp fiction e encerra tanto um thriller como um romance. O enredo desenrola-se numa atmosfera futurista, no ano de 1992, em que os avanços tecnológicos permitem manter os defuntos num estado de meia-vida até à próxima reencarnação. É criada em Nova Iorque uma organização que emprega pessoas com vários talentos psíquicos, desde telepatas a precogs, entre outros. Do mesmo autor de Relatório Minoritário e de Os Três Estigmas de Palmer Eldritch, Ubik é uma espantosa comédia metafísica sobre o medo da morte e a salvação, em que as pessoas são congeladas, num estado de meia-vida. Mais um livro deste consagrado autor que integra a colecção Viajantes no Tempo.

Opinião:
O que posso dizer sobre este livro? Para começar, digo que esperava mais. Muito mais. Sendo Philip K. Dick um dos grandes nomes da ficção científica e tendo "Ubik - Entre 2 Mundos" ganho tantos prémios e recebido tantos elogios, aguardava por uma obra exemplar, coisa que no fim acabou por não ser.

A história em si está muito bem conseguida, com vários momentos de surpresa, muitas reviravoltas, inúmeros pormenores interessantes e com um bom compasso. Adorei também as descrições incluídas no texto, especialmente em relação ao 'passado'. estava tudo muito bem pensado e até moderadamente bem apresentado (embora nunca fosse verdadeiramente explicado como Joe Chip tinha conhecimento de certos pormenores que nunca fariam parte da cultura geral, mesmo se ele fosse da época em questão e a sua mente se adaptasse a tal).
Devo também apontar que gostei particularmente dos anúncios 'Ubik' que apareciam no início de cada capítulo. Foi especialmente fascinante perceber a crítica embutida nestes pequenos parágrafos (tal como acontecia várias vezes ao longo do restante texto). 
Contudo, a escrita do autor não e cativou, especialmente a escolha de voz narrativa. A sensação que ficou foi que, a forma como o autor decidiu contar a história quase que impediu que o leitor tivesse pensamentos seus. O que quero dizer e que o autor fê-lo de tal forma que qualquer ideia que o leitor tivesse por si só, ficasse desvalorizada. Noutras histórias, feito de outra forma, talvez isto fosse uma mais valia, mas em "Ubik - entre 2 mundos", isto não funcionou a favor da narrativa (não confundir isto com o facto de o autor criar reviravoltas a cada capítulo, estou a falar de coisas distintas).


Contudo, uma coisa é certa. Toda a história está muito bem pensada e interessante, no entanto acho que não foi 'entregue' da melhor forma.


Outro ponto fraco foram as personagens. Nenhuma tinha traços distintivos em termos de personalidade. Pareciam todas cópias umas das outras, sem vida própria, sem pensamento uno e cujas acções reflectiam as dos outros, como clones (que claramente não eram). Rucinter no início pareceu promissor, assim como Joe e Pat, mas a partir de um certo momento (a primeira grande reviravolta) as personagens perderam independência e traços distintivos. A meu ver isto foi de tal forma flagrante, que em certos momentos já nem sabia quem estava a fazer o quê, porque poderia ser qualquer um. Nem sequer Jory conseguia agir de forma surpreendente e autónoma, ou mesmo a Ella.

Em suma, este foi um livro que primou pela ideia central, mas cuja execução fez com que até a própria história perdesse força entre uma narrativa fraca e dispersa, personagens previsíveis, onde nem as maravilhosas descrições conseguiram validar o restante.
Não sinto que tenha sido uma leitura perdida, pois como disse a história em si é excelente e os pormenores são 'deliciosos',  mas tudo o resto está abaixo do mediano.
Irei ler outro trabalho do autor para perceber se foi só este "Ubik - entre 2 mundos" que falhou, ou se o estilo narrativo é mesmo uma 'marca' do autor. Caso se dê a segunda hipótese, temo ser das que não apreciará a obra do autor (mas logo veremos).


Tradução (Luís Santos):
A tradução estava bastante boa. Não percebi nenhuma inconsistência ou erro de maior.

Capa, Design e Edição:
Não compreendo muito bem o que a capa tem a ver com o conteúdo do livro (provavelmente nada). Poderia estar a retratar a Ella, mas se assim fosse a figura na capa tinha de ser loira. Pessoalmente não fiquei fã do ar esfumado, tanto da imagem, como das letras, mas também não é uma capa 'feia'. É apenas ... medíocre e com pouca ligação ao conteúdo (excepto no facto que de alguma forma dá a entender que um dos assuntos é a 'segunda vida'.
O Design interior está consistente com o resto da colecção. profissional, simples, mas bem conseguido, tal como a Edição em si.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Booking Through Thursday - Interactivo

With the advent (and growing popularity) of eBooks, I’m seeing more and more articles about how much “better” they can be, because they have the option to be interactive … videos, music, glossaries … all sorts of little extra goodies to help “enhance” your reading experience, rather like listening to the Director’s commentary on a DVD of your favorite movie.
How do you feel about that possibility? Does it excite you in a cutting-edge kind of way? Or does it chill you to the bone because that’s not what reading is ABOUT?

Quem lê este blog há algum tempo, sabe que eu não tenho nada contra os ebooks (antes pelo contrário). O que penso é que uma boa história será sempre uma boa história, independente do suporte em que seja apresentado. É claro que como boa bibliófila, prefiro ter os livros em formato papel, mas depois de olhar para o meu quarto e ver que não tenho espaço para mais nada porque as duas estantes de livros me ocupam uma parede inteira, começo a pensar se os ebooks não serão uma boa escolha (a menos que me saia o euro-milhões e eu possa construir a minha biblioteca privada de sonho).
Mas voltando ao tema principal, confesso que estou sempre atenta às novas coisas que vão 'inventando' para criar mais interactividade nos ebooks e acho a maioria delas uma mais valia, desde que não se intrometam na leiura. Por exemplo, ouvi falar que alguns autores gostariam de introduzir comentários sobre cada capítulo, mas que o leitor podia escolher ler no fim do capítulo, ou somente no fim do livro. o que dá hipóteses ao leitor de somente se focar na leitura, e depois ver os comentários (que a meu ver é muito melhor).

Também é sabido que adoro um bom booktrailer.Não tem de ser cheio de efeitos 'catitas' e ter um orçamento quase cinematográfico, basta que passe a mensagem, seja curto, e melhor que tudo que tenha texto. Não gosto de booktrailers que sejam lidos e não tenham texto a acompanhar (podem ter ambos, mas o texto tem de estar lá, sempre!). Estamos a fazer publicidade a um livro ou a um filme, afinal? Além de que, muitas vezes, um simples trailer com algumas imagens e uma boa sinopse, fazem maravilhas
Também gosto da ideia de podermos utilizar um glossário, especialmente quando estamos a ler numa língua que não a nossa, muitas vezes isso é uma grande ajuda.

Uma outra ideia que me parece muito promissora é a dos mapas. Tanto de mundos imaginários como dos reais, como auxiliares de leitura. Tal como já se vê por vezes nos livros físicos, mas quem sabe, nos ebooks possam mostrá-los em 3D, e/ou com pequenas notas adicionadas a cada local, ou indicação de que capítulos se passam em que locais. Promissor, não?

No fundo, tal como o Joe Konrath diz, eu acho que em termos de interactividade, o ebook ainda tem muito para dar e certamente que não chegamos ainda perceber as suas verdadeiras potencialidades, mas também tem de haver um equilíbrio. Extras são bons, mas a partir do momento em que se intrometam no meio da narrativa, passam a ser um empecilho e não uma mais-valia, por isso há que haver muito equilíbrio.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Top Ten Tuesday - "Awww" Moments In Books

O tema desta semana é "Awww Moments in Books" (Momentos Awwww nos livros), que é como quem diz, aquelas partes em que nos derretemos todos e quase dizemos 'fofinho' pelo meio (provavelmente acontece mais às mulheres do que aos homens, mas contrariem-me se acharem que estou errada).
Confesso que não me lembro de muitos momentos desses (assim de repente nem me lembro de nenhum, especialmente porque nunca digo "Awwww" em cenas de beijos, vá se la saber porquê), mas vou tentar lembrar-me pelo menos de um (começa  a maratona cerebral):

Atenção, algumas das cenas mencionadas são Spoilers. Alerta Vermelho! 

- Quando o a Beauty apresentou o cavalo ao Beast, sendo que nenhum animal se aproximava do Beast, foi muito 'fofo' ver ela a tentar dar-lhe esse prazer. Aliás, todas as cenas entre os dois foram muito fofas. (em "Beauty", de Robin McKinley);

- Qualquer cena em que o Sam e a Grace estivessem juntos era de dizer "Awww", mas em especial quando ele decidia dizer-lhe o que sentia, eu ficava toda melosa (o que não é nada costume).(em "Shiver", de Maggie Stiefvater);

- Quando o Zhadist recebeu a notícia de que ia ser pai. Foi demais, chorei que nem um bebé. (em "Na Sombra do Pecado", de J.R. Ward);

- A cena em que o Rage pede à Scribe Virgin para salvar a vida da Mary, disposto a abdicar do amor dela no processo. (em "Na Sombra do Dragão", de J.R. Ward);

- A cena em que a Sascha deixa que os pequenos leopardos lhe mordam os sapatos. Foi tão giro, que eu fiquei logo "Awwww". :D ("Slave to Sensation", de Nalini Singh)

- Esta lembrei-me por causa de ler o blog Smash Attack Reads, e acho que no caso a citação diz tudo ("Catching Fire", de Suzanne Collins):
«"Peeta, how come I never know when you're having a nightmare?” I say.
“I don't know. I don't think I cry out or thrash around or anything. I just come to, paralyzed with terror,” he says.
“You should wake me,” I say, thinking about how I can interrupt his sleep two or three times on a bad night. About how long it can take to calm me down.
“It's not necessary. My nightmares are usually about losing you,” he says. “I'm okay once I realize you're here."»

E aqui ficam algumas das minhas citações favoritas. Ainda não li o livro, mas apaixonei-me pelas citações que li:
«"If you live to be a hundred, I want to live to be a hundred minus one day so I never have to live without you." »
A.A. Milne (Winnie-the-Pooh
«Piglet sidled up to Pooh from behind. "Pooh?" he whispered.
"Yes, Piglet?"
"Nothing," said Piglet, taking Pooh's hand. "I just wanted to be sure of you."»
"How lucky I am to have something that makes saying goodbye so hard."
A.A. Milne (Winnie-the-Pooh
"How do you spell 'love'?" - Piglet
"You don't spell it...you feel it." - Pooh"
A.A. Milne
E o que se segue não é tanto um momento "Awww", mas mais um momento "Ahhh!":
-  O final do livro "Como Água para Chocolate", da Laura Esquível, foi mesmo de me deixar de boca aberta.

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